ARRANJO (Livro Inexpressividade) RLESSA


editor_1477052293_mh92dj1c7

ARRANJO

Nada mais soube do peso que abarcava seu coração, somente dos futuros passos por serem dados para longe daquilo tudo que até então acreditara intransponível e tão exato desde o momento em que se reconhecera e aceitara semelhante às tantas existências  de seu convívio  e que eram naquele momento traçados em idas e vindas de infindas voltas em um vicioso ciclo de idéias e ideais já rotos pelo desuso do reinventar; era fato até então ser o existir a consumação de uma questão de costumes e usos sob julgo d’outros dentro do impossível sonhar e realizar.

Amarras eram invisíveis forças que adulteravam quaisquer possibilidades de entoar antigas e sábias melodias de ancestral sensibilidade, foram tão desgastadas e rudemente endurecidas pela inércia, que romperam em silêncios dormentes e suas notas não mais eram suas libertinas práticas musicais à fomentar novidades de novos e coloridos tons, desafinaram a claves antes ensolaradas, agora fruto de insofismáveis delitos aos despudores da criatividade; acinzentaram-lhe os poucos bemóis descolorindo rimas e rumos por serem  ávidos os desejos de novos amanhãs.  

Os corpos não mais eram coerências sensuais devido ao profundo corte do prazer físico paulatinamente substituído pelo insaciável desejo de toques tão superficiais que não aqueciam nem tempo, nem almas, formam mantidos desnutridos para que se desarticulassem do poder criador, perigo que desarticularia as práticas de domínio em pauta enquanto fomentadora do desajuste do ser, do espaço, do verde que se tornara cinza a cada rude toque; corações foram substituídos por fétidos ventos que varreram a essencial sensibilidade para  dentro do esquecimento .

De tudo do que esteve até então estabelecido nada restava se não a obediência servil nada pueril, servida à mesa da ignorância deixando restos que jamais nutria a gana de vida que insistia brotar nas entranhas de cada uma de suas células que  insistentemente desejava renovação que há muito fora interrompida, corrompendo a ponto de as manterem decreptamente envelhecidas;  eram nelas plantado o mais puro desejo de novamente de deixar amanhecer semente de novas e esperançosas manhãs, transmutáveis e de intransferíveis prazeres pela vida há muito proposta.

Atravessara o imenso deserto de sua inexistência febril pela cura dessa sede de liberdade que  se submetera anos sem se perceber fomentáveis vendavais interiores por virem, sequiosa era a paisagem que obstruíra o brotar dos filetes de aquosas eras, após as dunas de desespero que se adiantara aos olhos segando-lhe, secando-lhe; todas as inimagináveis possibilidades se apresentavam  e agora era delas as sede de encontros  de novos caminhos, mesmo que por mares de profundezas tais que medrariam corações que jamais se predispuseram à tal navegação.

Hoje enquanto caminhante por sobre outros desertos solitários e desencontrados de esperanças,  sente-se a úmida necessidade que trará à algumas destas condições por puro fomento, força e poderio para serem fonte de nova humanidade,  que  de outra forma poderia sê-lo, haja vista  também ter sido semeado de abismos de seu próprio existir e que apesar de temores soubera ser o  salto inevitável e a fúria necessária para essa sua nova condição que nada de calmaria habita, e nas incertezas caminha, ocasionando por vezes novas óticas; soube ser o momento com ele ser uno.

O luar inspirou-lhe saudade das aventuras passadas e liberdade conquistada, seu clarão despertou-lhe  antigas canções que ecoava ao longe de um desértico tempo, soube de seus mares, as melodiosas marés que ninou-lhe sonhos de possíveis acontecências, mesmo que isso opusesse à toda carga de deveres à ele imputada, se desfez das amarras e seguiu feito nau liberta e desperta, jamais podendo o retorno ao seu lugar comum, jamais podendo mais a cegueira de outrora; de felicidade nada mais tinha como conquista, nessa sua atual inteireza  não mais lhe habitava certezas apenas horizontes por virem e abismos porsaltar

NOTA:O presente texto é parte integrante do livro “Inexpressividade” de autoria de Roberta Lessa

Anúncios
Published in: on 29 de outubro de 2016 at 20:11  Comentários desativados em ARRANJO (Livro Inexpressividade) RLESSA  
Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

DO MAL (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/NATY ESTEVES


10325633_10202747351218006_2702627349001479013_n
Do mal prefiro o sal que temperam nossas perspicácias…
Do mal prefiro o sinal que indicam nossas primícias…
Do mal prefiro o surreal que alertam nossas práticas…
Do mal prefiro o visceral que amplia nossas peripécias…
Do mal prefiro o factual que fomentam nossas potências…
Do mal prefiro o amoral que justificam nossas carências…
Do mal prefiro o cordial que fomentam nossas resistências…
EM DIÁLOGO COM O POEMA “GENTE HORRIVEL” DE AUTORIA DE NATY ESTEVES
Published in: on 5 de outubro de 2016 at 20:56  Comentários desativados em DO MAL (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/NATY ESTEVES  
Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A MÁQUINA (Série Poema no Poema)ROBERTA LESSA


ROBERTA LESSA A MAQUINA DE ESCREVER

Imagem Coltada na Internet

 

MÁQUINA NOS
MÁQUINA NOS NUTRE
MÁQUINA NOS NUTRE QUANDO
MÁQUINA NOS NUTRE QUANDO ALIADA
MÁQUINA NOS NUTRE QUANDO
MÁQUINA NUTRE
MÁQUINA NOS
MÁQUINA

MÁQUINA
MÁQUINA CABE
MÁQUINA CABE NA
MÁQUINA CABE NA MENTE
MÁQUINA CABE NA MENTE ADOLESCENTE
MÁQUINA CABE NA MENTE
MÁQUINA CABE NA
MÁQUINA CABE
MÁQUINA

MÁQUINA
MÁQUINA PECA
MÁQUINA PECA POR
MÁQUINA PECA POR JAMAIS
MÁQUINA PECA POR JAMAIS PENSAR
MÁQUINA PECA POR JAMAIS
MÁQUINA PECA POR
MÁQUINA PECA
MÁQUINA

MÁQUINA
MÁQUINA MATA
MÁQUINA MATA QUANDO
MÁQUINA MATA QUANDO MAU
MÁQUINA MATA QUANDO MAU USADA
MÁQUINA MATA QUANDO MAU
MÁQUINA MATA QUANDO
MÁQUINA MATA
MÁQUINA

MÁQUINA
MÁQUINA SALVA
MÁQUINA SALVA QUANDO
MÁQUINA SALVA QUANDO BEM
MÁQUINA SALVA QUANDO BEM USADA
MÁQUINA SALVA QUANDO BEM
MÁQUINA SALVA QUANDO
MÁQUINA SALVA
MÁQUINA

MÁQUINA
MÁQUINA SERVE
MÁQUINA SERVE HUMNO
MÁQUINA SERVE HUMANO QUE
MÁQUINA SERVE HUMANO QUE DEPENDE
MÁQUINA SERVE HUMANO QUE
MÁQUINA SERVE HUMANO
MÁQUINA SERVE
MÁQUINA

MÁQUINA
MÁQUINA MEDE
MÁQUINA MEDE APLICA
MÁQUINA MEDE APLICA JAMAIS
MÁQUINA MEDE APLICA JAMAIS PENSA
MÁQUINA MEDE APLICA JAMAIS
MÁQUINA MEDE APLICA
MÁQUINA MEDE
MÁQUINA

FORÇA (Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA


6074_4058965545617_246697414_n

A força crística é alem de nossos humanos e falhos sentidos, desejos e percepções.

Enquanto nos perdemos em guerras egóicas ela é… enquanto vendemos imagens, ela é…

Enquanto buscamos verdades, ela é… ela é, ela faz, ela tem, ela …

Porque perdermos tempo com nossas limitações se podemos lapidar e melhorar nossos padrões e valores sabendo que deveríamos buscar a verdadeira face do Sagrado e não nos colocarmos, homens brancos, azuis, verdes, amarelos, quadriculados, pretos, como deuses:

–  Sermos imagem e semelhança do Sagrado jamais será o sermos se não considerarmos que nossa estrada ainda é tão infima diante a grandiosidade divinal.

SOBRE FÉ (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/FÁBIO BRANDÃO


1935458_10206601203801912_7367912160717214413_n

Fé… Uma questão que muito me intriga: Há os que nela se aprisionam e por ela se deixam levar cegamente por pura covardia e coragem de não ter coragem.

Fé… Uma questão que muito me desobriga: Há os que nela se condicionam e por ela se deixam sugar meramente por pura concórdia e linguagem de não ter mensagem.

Fé… Uma questão que muito me periga: Há os que nela se posicionam e por ela se deixam pegar incansavelmente por pura analgesia e libertinagem de não ter frenagem.

Fé… Uma questão que muito me fadiga: Há os que nela se dimensionam e por ela se deixam pecar angustiosamente por pura letargia e arbitragem de não ter origem.

Fé… Uma questão que muito me mendiga: Há os que nela se subordinam e por ela se deixam jurar cegamente por pura concórdia e miragem de não ter estiagem.

Fé… Uma questão que muito me abriga: Há os que nela se flexionam e por ela se deixam cegar comumente por pura mixórdia e ancoragem de não ter metalinguagem.

Fé… Uma questão que muito me fustiga: Há os que nela se  proporcionam e por ela se deixam dosar literalmente por pura ousadia e bobagem de não ter dosagem.

EM DIÁLOGO COM O POEMA “Parem tudo que eu quero descer”, DE AUTORIA DE FÁBIO BRANDÃO.

Acesso em: http://www.recantodasletras.com.br/poesiasevangelicas/5752307

APELO (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


 

AGIR PELO CANTO
– tempo urge e nada é como podemos bradar
– canto surge e nada é como ousamos cantar
– letra emerge e nada é como visamos contar
– grito insurge e nada é como teremos achar
– fala esparge e nada é como veremos contar
– pranto converge e nada é como vamos olhar
– mente imerge e nada é como achamos voar
CANTO CAUSA ESPANTO?
 
SORRIR PELO AMARELO
– tendo fome de viver tem nome e endereço
– sendo fome de morrer tem cor e adereço
– vendo fome de querer tem normas e preço
– crendo fome de poder tem gosto e apreço
– ardendo fome de perder tem término e recomeço
– vivendo fome de ceder tem queda e tropeço
– retendo fome se descer tem força e começo
AMARELO CAUSA ENCANTO?
ANCORAR PELOS MARES
– tentando  sempre seguir busco sempre amar
-achando sempre parir busco sempre cantar
-plantando sempre sorrir busco sempre contar
– voltando sempre conferir busco sempre falar
– acreditando sempre sentir busco sempre forjar
– somando sempre recair  busco sempre achar
– acreditando sempre subir busco sempre calar
MARES CAUSAM RECANTO?
 
DIZER PELO NADA
– suponho ser motriz quando amo
– proponho ser raiz quando reclamo
– disponho ser perdiz quando proclamo
– exponho ser motriz quando aclamo
– reponho ser verniz quando derramo
– enfadonho ser matriz quando exclamo
– componho ser feliz quando derramo
NADA CAUDA ADIANTO?
FALAR PELAS LOUCAS
– loucura é solfejar humildade e a escurecer
– loucura é alertar obscuridade e a conceber
– loucura é calar necessidade e a esconder
– loucura é fomentar liberdade e a temer
– loucura é acreditar de verdade e a deter
– loucura é premeditar  contrariedade e a conter
– loucura é divulgar honestidade e a demover
LOUCAS CAUSAM BANTO?
DESVIAR PELO ASSUNTO
– Saber verdades incomoda
– Acometer  qualidades desnuda
– Esconder peculiaridade acomoda
– Verter dificuldades demanda
– Mover iniquidades emenda
– Inverter atividades abunda
– Derreter formalidades inunda
ASSUNTO CAUSA LEVANTO?
MALOCAR PELA SOLIDÃO
–  simples desejo de presença desfaz emoção
– simples cortejo de descrença satisfaz redenção
– simples manejo de sabença faz retensão
– simples despejo de sentença contrafaz contradição
– simples gracejo de licença apraz integração
– simples lugarejo de  vivença perfaz resilição
– simples gracejo de querença liquefaz comoção
SOLIDÃO CAUSA PRANTO?
Published in: on 4 de setembro de 2016 at 19:06  Comentários desativados em APELO (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA  
Tags: , , , , , , , , ,

ONÍRICA (Série Aldravias)ROBERTA LESSA/ LILIAN MENALE


419208_10200334272372543_1067972564_n

ONÍRICA – I

ontem
anoiteceu
para
hoje
acontecer

ONÍRICA – II

dormentes
perdem
sonhos
pensando
manhãs

ONÍRICA – III

anoitecidos
olhos
vagam
sonhos
impossíveis

ONÍRICA – IV

claridade
distancia
olhares
noturnos
buscadores

ONÍRICA – V

buscas
sonhadoras
pulsam
estelares
sonhos

ONÍRICA – VI

abismos
distancia
sol
luas
estrelas

ONÍRICA – VII

noites
somadas
vagueiam
olhos
sonhadores

EM DIÁLOGO COM  A POESIA “NOITE” DE AUTORIA DE LILIAN MENALE

ESTRANHA LINDEZA (Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/FÁBIO BRANDÃO*


03162016002134

 

HOJE PASSEI CAFÉ EM COADOR DE PANO FLANELADO…
Fumegou ideias e ideais
Cortou urdiduras e usuras
Filtrou passadas e passeios
Esquentou momentos e tormentos
Juntou saudades e realidades
Separou alhos e bugalhos
Estrelou madrugadas e estradas
ONTEM REMEMOREI O DOCE SABOR DO GRÃO TOSTADO…

HOJE CANTEI CANÇÕES DE NINAR GENTE GRANDE…
Sorrindo entre dentes
Caindo entre nuvens
Ferindo entre feras
Parindo entre matas
Surgindo entre luzes
Bulindo entre bocas
Abrindo entre asas
ONTEM SONHEI EM CIFRAS E SIGNOS SONOROS…

HOJE FALTEI FESTEJOS JUDIADOS DE TRADIÇÃO…
Amando tantas pessoas
Buscando tantos amores
Acreditando tantas palavras
Ninando tantos berços
Caminhando tantas estradas
Dançando tantos ritimos
Cevando tantas plantas
ONTEM CHEQUEI FALSOS BORDEJOS DE INTERESSES ESCUSOS…

HOJE TESTEI ESTAÇÕES DE ANOS ANTES SONHADOS…
Amplidão de busca sem cessar
Retidão de passos sem embaraço
Construção de via sem retorno
Dedicação de alma sem calma
Compreensão de mente sem asa
Solidão de fome sem saciedade
Mansidão de mão sem toque
ONTEM BUSQUEI TEMPESTADES ENTRE ONÍRICAS NUVENS …

HOJE CONTEI CAUSOS DE CAIPIRAS EM SITUAÇÕES…
Assim ruim sem percepção
Ruim enfim sem audição
Enfim carmim sem diluição
Carmim florim sem alusão
Florim carmesim sem emoção
Carmesim fim sem clarão
Fim assim sem condição
ONTEM CONJUREI MEMORIAIS LEMBRANÇAS ANCESTRAIS…

HOJE MANDEI SEMENTE EM TERRA JÁ PREPARADA…
Saída da terra floriu semente
Contida na terra calou semente
Retida na terra forjou semente
Mantida na terra gerou semente
Sentida na terra brotou semente
Mordida na terra caiu semente
Caída na terra plantou semente
ONTEM FRUTIFIQUEI ESPERAS ARADAS EM VERÕES…

HOJE LANCEI PEDIDOS DE CURAS À SANTOS…
Terminou momento de esperas
Determinou sentimento de feras
Contaminou provimento de esferas
Usurpou caimento de severas
Dilacerou sortimento de travessura
Extravasou instrumento de agrura
Unificou direcionamento de conjectura
ONTEM ESTRANHEI MITOS E RITOS MAS CULTUEI…

 

EM DIÁLOGO COM A POESIA “HABITAT NATURAL” DE AUTORIA DE FÁBIO BRANDÃO

 

 

CONVERSACION (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA*


tumblr_o1wlssvj3t1trxee1o1_400

 

Sim, a situação de nossa nação está bastante crítica, e desavergonhadamente somos desgovernados há décadas por seres que sabem de sua impunidade e principalmente sabem da situação caótica que encontra-se todo processo estrutural do Brasil e nada fazem, ou por que não dizer, tudo fazem para acirrar tais condições em função de benefícios, e quantos diferenciados e múltiplos benefícios próprios.

E somos todos anestesiados por uma mídia que está à serviço do fortalecimento do status quo vigente, desde o útero, quando antes mesmo de nascer falta-lhe alimento para que possa se desenvolver cerebral e fisicamente em um padrão de sanidade e saúde mínima.

Até mesmo na violência impingida e implantada para que possamos continuar a sermos servos voluntários e à serviço daqueles de falaciosamente discursam o que se necessita ser ouvido no momento exato.

Não faço campanha por, mas há décadas anulo também meu voto, pois não percebo alguém que possa me liderar nesse governo nacional… 

SERPENTE (Série Haicanianas) ROBERTA LESSA/FÁBIO BRANDÃO


afirmacao-cientifica-de-cura-yogananda

Imagem Coletada na Internet

SERPENTE – I

RASTEIRO VIVER
SOMA BOTE COM
VENENOSO SER

SERPENTE – II

SECULAR TEMOR
PECADO ENTRE SERES 
FUROR ANCESTRAL

SERPENTE – III

HUMANO PRAZER
SOBERBA RASTEJANTE 
DESTILADO VER

SERPENTE – IV

HABITA MATAS
ENTRE OS CURUPIRAS 
ROMPE TEMORES

SERPENTE – V

VENENO LETAL
NA MORTE A SALVAÇÃO 
COBRA SAGRADA

SERPENTE – VI

HÁ OS QUE TEMEM
MISTÉRIO  BUSCADO 
OS QUE AMAM HÁ

SERPENTE – VII

HOMENS SERPENTES
É VENENO SOCIAL 
FERE E MATA

Published in: on 27 de agosto de 2016 at 6:12  Comentários desativados em SERPENTE (Série Haicanianas) ROBERTA LESSA/FÁBIO BRANDÃO  
Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

palavra[interna]

JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

Liberte-se!

Tem coisas que só sai da gente por escrito.

Blog Pitacos e Achados

Dicas e Pitacos para o dia a dia

Curtir THE Novo

Espiritualidade, Alegria e tudo que há THE novo

marcianossabemler.wordpress.com/

Para gostar tanto de livros, só poder ser ETE!

DITIRAMBOS

Poemas, Ensaios, Críticas, Biografias, Tudo Sobre Poesia e Poetas Realmente Importantes. A Poesia em Diálogo com outras Artes. A isso se propõe o Ditirambos. Haroldo de Campos: Não importa de fato chamar o poema de poema: importa consumi-lo, de uma ou outra forma, como coisa.

Experimentarte

espaço de expressão do artista

Rubem Alves:

Ler é fazer amor com as palavras.(blog sobre Rubem Alves)

Rubem Alves | Blog não oficial

coletânea de textos desse grande Educador

Esquizofrenia das Artes

Blog dedicado a divulgação cultural e artística

Cacos Metafóricos

por Petterson Farias

Nas Duas Margens

Nas duas margens - blogue de Vamberto Freitas

O LIVRO DOS SERES IMAGINÁRIOS

Vivemos pelo poder das coisas que não existem. Por isso, os deuses são tão poderosos. (Paul Valery)

poesia lunar

cercada de poesia por todos os lábios

%d blogueiros gostam disto: