FÁBIO BRANDÃO (Série Acróstica) ROBERTA LESSA/FÁBIO BRANDÃO


QUERISIMISSISSIMO FÁBIO, SABIA QUE FICARIA ENTRE O ENCANTAMENTO E A GRATIDÃO POR PARTICIPAR DESSA SUA CRIAÇÃO POÉTICA,

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F feito poética que ousa morar em seu lábio
A ampara meu ser que se prende em puro líbio
B Buscando deixar de ser memorial alfarrábio
I ignorando minha falaciosa busca à advérbio
O onde somente vivenciaria o verdadeiro sábio

B beijo sua face que espelha grande coração
R reluzente ser que me deixa em plena emoção
A ante seu diálogo vibro celestial pulsação
N nascente que frui em tão luzidia interação
D deixando em mim imensa e profunda gratidão
A amorosamente adentro essa mansa imensidão
O onde antes isolamento hoje é cósmica visão

 

EM GRATIDÃO PELA POSTAGEM “ENTREVISTA EM ACRÓSTICO COM ROBERTA LESSA”, DE AUTORIA DE FÁBIO BRANDÃO.

ACESSO EM: http://www.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=5729086

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Published in: on 15 de agosto de 2016 at 22:46  Comentários desativados em FÁBIO BRANDÃO (Série Acróstica) ROBERTA LESSA/FÁBIO BRANDÃO  
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DESDOBRAMENTOS


ROBERTA LESSA  - FOTO POEMA

ROBERTA LESSA – FOTO POEMA

Rindo cuidadosamente, pois minha mente também é ardente em apalavrinhações.
Rindo afonicamente, pois minha gente também é pungente em reivindicações.
Rindo desaforadamente, pois minha fonte também é consciente em reflexões.
Rindo desalinhadamente, pois minha fronte também é plangente em distinções.
Rindo insistentemente, pois minha meliante também é urgente em soluções.
Rindo compulsivamente, pois minha militante também é querente em evoluções.
Rindo emocionalmente, pois minha inconstante também é carente em posições.

Published in: on 12 de maio de 2015 at 13:30  Comentários desativados em DESDOBRAMENTOS  
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POEMA MEDIANEIRO (RL/MAIO/15)


Roberta Lessa - Foto Poema

Roberta Lessa – Foto Poema

Há conceitos por terra caindo
apenas luzes permanecendo
num eterno coração partindo.

Quando as nuvens veem surgindo
mesmo com dia amanhecendo
vê-se a seca se contraindo.

Nossa natureza intuindo
Já que o mau percebe crescendo
Jamais de se ver distraindo.

Já o tolo homem aludindo
Já nem se percebe transcendendo
Pois tem o mau auto espargindo.

Como vil amado vai partindo
nesse amargor sempre crescendo
desapercebe o troco vindo vindo.

Bem e mau seguem coexistindo
irmandade num fortalecendo
como complementos evoluindo.

Que o homem se cure agindo
melhorando o que vem fazendo
e seu evoluir vá se cumprindo.

Published in: on 8 de maio de 2015 at 22:57  Comentários desativados em POEMA MEDIANEIRO (RL/MAIO/15)  
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UM DIA PARA MINHA MÃE? (RL/MAI/15)


Roberta Lessa - Foto Poema

Roberta Lessa – Foto Poema

UM DIA PARA MINHA MÃE?

Logo de manhãzinha se inicia a preparação do dia já meio com friozinho de nova estação: Toalha colorida embainhada caseiramente, açucareiro de vidro e o adoçante, pão de queijo estalando no forno, o café primeiramente servido à São Benedito antes de tudo e de todos, vela acesa no altar; pão, leite alvamente espumante, manteiga, frios e a garrafinha de água gelada na mesa bem em frente à cadeira de Dona Bela, uma mãe como tantas, mas nesse caso única por ser minha amada mãe.
Lá fora o barulho das asas dos jornais chegando anunciando a hora do nosso dia realmente começar…
De xícara e Pires na mão eu e Pri (minha companheira de quatro enormes patas que tem certeza ser gente, o que os dá certeza também e a chamamos carinhosamente de gente canina), seguimos para o quarto cantando nossa eterna canção de acordar mãe (essa só nos três conhecemos, aliás é também adaptada para acordar filho, coisa de mãe, vocês sabem bem como é isso).
De focinho quase no rosto de Dona Isabel, Pri observa e aguarda pacientemente o conhecido espreguiçar e o abrir daqueles iluminados e amados olhos esverdeamos para que tenhamos certeza de que o dia realmente começou, piadinhas à parte, quase que por encanto o dia se ilumina ainda mais.

  • Hummm… o que você está aprontando Roberta?
  • Hummm … não tá ouvindo o cheirinho do pão de queijo?
  • Só você mesmo… (E o olhar se perde em memórias que vem e vão dançando na mente da gente.)

UM DIA PARA MINHA MÃE?

E a tarde chega solta por entre cafezinho e pastéis feitos por Dona Isabel, e eu chegando em casa e ouço de imediato a “barulhada” da bicharada me anunciando antes mesmo de eu virar a esquina da rua. Pri me aguarda de rabo balançante no portão com suas unhas pintadas nada discretamente. A baderna está montada quando disparo o dedo repetidamente na campainha fazendo meu povo pegar ainda mais fogo ainda, e o cheiro de café coadinho na hora naquele coador de pano por minha mãe costurado entre zelos e falações fala ainda mais alto ao coração.
E desconversando Dona Bela fala de seu dia, a visita de uma amiga irmã querida, pessoas que pedem coisas na porta, vizinha que vem pedir conselhos, crianças que mandam beijos pra vó da esquina, essa é parte do tudo que é minha mãe.
E o pastel corre solto e junto com ele a saudade de nossa matriarca maior que muito nos ensinou, minha avó Estephanya, que já se fora há alguns anos.
E haja recordações de minha querida Florzica que, de olhos marejados pede para que eu marque uma missa para sua mãe. E assim faço.

  • Oi mã florzica, como vai sua pernoca?
  • Hummm… já tomou seus remedinhos hoje?
  • Ai, ai, ai… heim… cuida tanto dos outros que esquece de si mesma.

UM DIA PARA MINHA MÃE?

  • Hoje é dia de consulta… vamos lá?
  • Fiz doce de mamão, acho que ficou bom, experimente, vou tomar banho e a gente já vai.
  • E eu sai atrás dessa linda, beliscando e cutucando deixando o sossego de minha mãe de lado mais uma vez.

Na verdade pequenas rotinas fazem parte do que somos, de nossas construções e nos alicerçam para que possamos seguir em frente independente de qualquer coisa que possa ocorrer e como sou privilegiada em ter essa coisiquinha que chamo de mãe e que muitas vezes me deu vida e me salvou… Tenho um anjo guardião em minha casa.
Na volta do médico passamos no mercado e finalizamos a tarde em uma sorveteria, eu limão com manjericão, ela flocos, a dona uma japonesa querida e muito simpática, já conhece a gente e sorri quando entramos e o papo corre solto por entre risos e lambidas quase que infantis no doce gélido néctar, eu devorando casquinha e minha mãe reclamando do tamanho enorme do sorvete.
Bengalinha em uma mão e a certeza de meu braço na outra, Dona Bela se apoia em sorrisos e passos cautelosos até o carro que aguarda estacionado feito carruagem dignamente ornada para esse momento de descontração.
Chegando em casa desço do carro, abro o portão e lá vem Dona Pri “rebolenta” morrendo de saudade como sempre. E eu atormentado ainda mais minha mãe ajudo ela entrar para dentro de nosso lar simulando que estou a fazer força descomunal por empurrar-la para dentro… risos e risos.

  • Só você mesmo, assim eu caio… (risos).
  • Roberta, eu sou sua mala sem alça, não sou?
  • Claro, e eu sou sua alça sem mala, e tudo fica certo… (mais risos)

Saio à noite para uma reunião e quando retorno, um cheirinho de sopa encorpada e quentinha me aguardando me faz perceber o quanto sou amada. Enquanto tomamos o aquecido néctar, Dona Bela comenta: “Se nosso Negrinho estivesse aqui ele ia gostar de comer com a gente. Será que ele está se alimentando? Que Deus o proteja e guarde lá na cidade grande. Este final de semana ele vem?”
Coloco dona Bela para falar com o neto pelo computador e acho graça pelo seu eterno estranhamento com as coisas da modernidade, chorando de emoção ela também ri das novidades diárias contadas pelo eterno rebento, já homem feito e que tanto ama…
Até Dona Pri falou com meu filho pelo pc, tem cachorro que não se emenda, rsrs…
Com olhos chorosos de lá e de cá da tela terminamos o proseio virtual, tecnologia pode ser boa quando se sabe usar.

  • Você está se cuidando Nani?
  • Está tudo bem aí?
  • Claro vó, só estou com saudade de minhas duas gordicas… Um beijo.

UM DIA PARA MINHA MÃE?

Jogamos um pouco de dominó antes de deitar, momento que também consigo ver o quanto esse ser se torna ainda mais precioso, agora é quase minha filha…
Ao final da noite assistimos um filmezinho de Mazzaropi e entre risos e olhares, como sempre tenho que explicar algumas passagens da estória, pois Dona Bela às vezes se perde no enredo.
Olho para ela e percebo o quanto sou privilegiada e o quanto tenho de ternura por esse ser que tem em sua estória, memórias de bons e maus tempos, de desafios e vitórias, de força e principalmente de vida bem vivida apesar e com todos os altos e dos baixos.
Para essa minha mãe, todos os dias são dela, para ela e por ela, e não será instituído de forma alguma em nossos corações a aceitação da comercialização lucrativa em um só dia do ano, pois trezentos e sessenta e cinco dias não se constrói em uma data comemorativa oficializada socialmente e sim em momentos vividos segundo à segundo, pele à pele, cheiro à cheiro.
E eu só tenho a agradecer pela mãe “dez liciosa” que Deus me presenteou e que zelo com o mesmo carinho que fui por ela embalada no berço feito à mão pelo meu avô, maquinista da Sorocabana. Mas Seu Ângelo é outra memória que se alia aos meus afetos, deixo para outro momento.

  • Boa noite Dona Belinha, dorme com Deus…
  • Boa noite minha filha que Deus a abençoe…
  • Você fechou o portão?

UM DIA PARA MINHA MÃE?

UM OUTRO (RL/04/15)


roberta lessa - foto poema

roberta lessa – foto poema

UM
OUTRO
UM OUTRO
UM E OUTRO
UM É OUTRO
UM EM OUTRO
UM DO OUTRO
UM POR OUTRO
UM COM OUTRO
UM PARA OUTRO

NEM PRECISA DESENHA

Published in: on 30 de abril de 2015 at 13:01  Comentários desativados em UM OUTRO (RL/04/15)  
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ACRÓSTICOS- ANIVERSÁRIO DE IVONE POZZI


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I niciando minha homenagem viro um foguete
V valendo-me do carinho que a mim compete
O nde sei que a vida certamente lhe promete
N a minha rima, felicidade sem nenhum falsete
E ntão deixo esse carinho feito como lembrete
T endo certeza que não sorrirá de meu topete
E ntendendo que desejo – lhe festas e confete

P ara você querida amiga que venha muita alegria
O nde você for encontr e amizades e muita euforia
Z oando de felicidade que rime a vida e sabedoria
Z elando sempre pelo seu sucesso, honra e glória

Um beijo acarinhado

Published in: on 26 de novembro de 2014 at 14:54  Comentários desativados em ACRÓSTICOS- ANIVERSÁRIO DE IVONE POZZI  
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ACRÓSTICO – ANIVERSÁRIO DE PRISCILA SOUZA


P equeno sorriso que em sua face sibila
R einando em fala tão mansa e tranquila
I trazendo tesouro que brilha em pupila1513648_10204009708016137_3913095370883018440_n
S erenando a gente quando a vida oscila
C ada segundo da vida degusta a papila
I magine-se ser sempre a primeira da fila
L inda amiga sua amizade reluz e rutila
A nte Deus que a fez da mais pura argila

S empre faça de seu viver bela escrita lousa
O nde sonhos se fundem em uma cousa
U ma vez que sempre esperança é inclusa
Z apeie pelo universo onde nada tem pausa
A legre-se querida, sua vida é tão boa causa

Um beijinho querida e sorridente amiga, que Deus sempre a abençoe e ilumine seu coração, caminho e vida.

Published in: on 26 de novembro de 2014 at 14:51  Comentários desativados em ACRÓSTICO – ANIVERSÁRIO DE PRISCILA SOUZA  
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ACRÓSTICO – GRATIDÃO ROSA DAS OLIVEIRAS


Imagem Coletada na internet

Imagem Coletada na internet

R  apidamente agradeço suas falas e convido-a à  uma prosa
O  nde por hora escrevo com respeito e alegria de melindrosa
S   omente a fala e  escrita deixa a vida por demais  prazerosa
A   nte  amizades  que  a  torna  ainda mais querida e valorosa

D   eixo minha gratidão sem sobras de duvidas
A   chando elas virem em paz e dela e oriundas
S   inta-se acarinhada co’estas palavras cálidas

O  nde  houver amizade haverá alegrias fagueiras
L   udibriando  quaisquer bobeirinhas  corriqueiras
I    nclusive porque a arte são atos de brincadeiras
V   isando  momentos e  ações  de  fato  lisonjeiras
E   nquanto vivemos  cotidiano de formas rotineiras
I    ncerindo nele lições necessárias e mui certeiras
R   eais são os retornos que vem de suas maneiras
A   través do destino que são verdadeiras fiandeiras
S   omando na gente alegrias e  vivências  frutíferas

Aceite esse carinho singelo em forma de gratidão pelas suas palavras tão bem vindas.

Published in: on 26 de novembro de 2014 at 14:36  Comentários desativados em ACRÓSTICO – GRATIDÃO ROSA DAS OLIVEIRAS  
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NADA CAUSA MAIS HORROR À ORDEM QUE SONHAM E LUTAM-(RLessa/Nov/2014)


imagem coletada na internet

imagem coletada na internet

NADA é eterno até que façamos que o seja.
NADA é fraterno até que  queiramos que esteja
NADA é materno até que elejamos a benfazeja
NADA  é interno até que  unamos a peleja
NADA é governo até que saibamos quem almeja
NADA é paterno até que esperamos que se veja
NADA é adorno  até que pensamos no que se deseja

CAUSA o fazer imediato aquilo que sequer eternizamos
CAUSA o querer celibato aquilo que sequer notamos
CAUSA o eleger desiderato aquilo que sequer sonhamos
CAUSA o unir contrato aquilo que sequer propomos
CAUSA o saber caricato aquilo que sequer estudamos
CAUSA o esperar fato aquilo que sequer  mensuramos
CAUSA o pensar sensato aquilo que sequer queremos

MAIS HORROR eternizar o imediato quando podemos nos ampliar.
MAIS HORROR notar o celibato quando podemos nos amar
MAIS HORROR sonhar o desiderato quando podemos realizar
MAIS HORROR propor o contrato quando podemos confiar
MAIS HORROR estudar o caricato quando podemos evitar
MAIS HORROR mensurar o fato quando podemos curar
MAIS HORROR querer o sensato quando podemos imaginar

À ORDEM cabe o caos, pois nele há do que somos
À ORDEM cabe o caos, pois  nele há vertente do que temos
À ORDEM cabe o caos, pois nele há corrente do que vemos
À ORDEM cabe o caos, pois nele há torrente do que vimos
À ORDEM cabe o caos, pois nele há aparente do que queremos
À ORDEM cabe o caos, pois nele há inquirente do que provemos
À ORDEM cabe o caos, pois nele há nutriente do que abastecemos

QUE escasseiem atos falhos para podermos transformá-los em consciência
QUE regateiem atos maléficos para podermos limitá-los em paciência
QUE providenciem atos perfeitos para pormos completá-los em coerência
QUE propiciem atos súbitos para chegarmos encantá-los em
QUE prestigiem atos congênitos para sabermos filtrá-los em
QUE incendeiem atos séquitos para propormos mirá-los em  indulgência
QUE apoiem atos atônitos para sanarmos

MULHERES QUE são fortes atravessam os mais cruéis obstáculos
MULHERES QUE vão fortes ultrapassam as mais altas nuvens
MULHERES QUE tão fortes seguem em direção á si e ao mundo
MULHERES QUE pão forte distribuem compartilham leveza
MULHERES QUE cão forte alimentam torna-se tanto quanto
MULHERES QUE mão forte seguram há de vencer no coletivo
MULHERES QUE não forte vocifera sabe sua importância

SONHAM que podem e vão chegando, daí se apossam e:
SONHAM que dizem  e vão grunindo, daí se agrupam e:
SONHAM que calam e vão interferindo, daí se agrupam e :
SONHAM que são e vão tomando, daí se agrupam e:
SONHAM que pedem e vão pegando, daí se agrupam e:
SONHAM que vivem e vão tocando, daí se agrupam e:
SONHAM que fazem e vão mudando, daí se agrupam e:

E LUTAM enquanto puderem respirar e sua causa brandir.
E LUTAM enquanto estiverem a ecoar e sua causa parir.
E LUTAM enquanto quiserem conspirar  e sua causa ferir.
E LUTAM enquanto obtiverem arquejar  e sua causa  luzir.
E LUTAM  enquanto serem o ignorar e sua causa subir.
E LUTAM  enquanto possuírem o deflagrar e sua causa suprir.
E LUTAM  enquanto transgredirem o limiar e sua causa florir.

Published in: on 16 de novembro de 2014 at 13:39  Comentários desativados em NADA CAUSA MAIS HORROR À ORDEM QUE SONHAM E LUTAM-(RLessa/Nov/2014)  
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ACRÓSTICO- FELIZ ANIVERSÁRIO VILMA


01

V ilma, querida colega de trabalho e alegria
I magino o quanto a vida dá- lhe sabedoria
L entamente adquirida nessa bela trajetória
M erecendo você poder assinar toda autoria
A nte caminhos que vai com Divina vistoria

P retendendo sempre superar a sua maior barreira
E nquanto segue, de bondade recheia sua carreira
R indo, seguindo e levando a vida como guerreira
E nquanto sorri, busca paz com doce brincadeira
I nventando suas vitória sempre de forma faceira
R ealize sempre sonhos da mais simples maneira
A travessando com esperança mais difícil fronteira

C uide de seu humor, pois seu sorriso nada tem de velho
O ouça esse carinho que recebe em forma de conselho
E u que desejo imensa felicidade sem se ter o orgulho
L evando sua vida seguindo Deus e seu santo evangelho
H oje e sempre tenha o coração alegre e bem vermelho
O uça e sinta o carinho de amiga em forma de estribilho

Pequeno carinho… um beijo querida e feliz aniversário.

Texto: Roberta Lessa
Imagem: Vilma Pereira Coelho

Published in: on 16 de novembro de 2014 at 5:30  Comentários desativados em ACRÓSTICO- FELIZ ANIVERSÁRIO VILMA  
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O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

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