HUMANA MARCA (Série Poema No Poema)ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO


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ENTRE O SAGRADO E O CRIADO
… a chaga maior opera interiormente …
OCORRE PÁLPEBRA POR ABRIR

ENTRE O CRIADO E O GERADO
… a vida melhor espera pacienciosamente…
ESCORRE LÁGRIMAS POR SURGIR

ENTRE O GERADO E O SOPRADO
… a saga menor desespera ignorantemente…
CONCORRE RITOS POR EMERGIR

ENTRE O SOPRADO E O IDEALIZADO
… a marca rigor adultera cotidianamente…
INCORRE VIDA POR NUTRIR

ENTRE O IDEALIZADO E O REAL
… a linha vetor reitera arquitetonicamente…
DISCORRE SONHO POR VIR

ENTRE O REAL E PROFANO
… a prece fervor reverbera holisticamente…
PERCORRE RUA POR CONVERGIR

ENTRE O PROFANO E O SAGRADO
… escolha supor considera profundamente
INTERCORRE ALMA POR LUZIR

 

em diálogo com a poesia “Reparo com Um Olho Só”, de autoria de Jacó Filho:

Acesso em :http://www.recantodasletras.com.br/trovas/5947471

 

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Published in: on 21 de março de 2017 at 13:51  Comentários desativados em HUMANA MARCA (Série Poema No Poema)ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO  
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SUSPIRAÇÕES (Série Filosofiando Ideias)ROBERTA LESSA


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Ah… fome de liberdade que assola a alma e alimenta os intrépídos.
Ah… sede de justiça que revigora a alma e sustenta os sentidos.
Ah… gana de amor que abastece a alma e orienta os desvalidos
Ah… raiva de juras que engana a alma e aumenta os ressentidos.
Ah… busca de mar que nutre a alma e atormenta os envolvidos.
Ah… medo de gente que consome a alma e ostenta os tentáculos.
Ah… soma de desejo que embala a alma e apimenta os redimidos.

Published in: on 9 de fevereiro de 2017 at 14:50  Comentários desativados em SUSPIRAÇÕES (Série Filosofiando Ideias)ROBERTA LESSA  
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SEMENTES EM MENTES (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


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Toda floresta é espelho de cada uma de suas sementes.
Como sementes somos brotos e fomentos que somente rebentarão se urdidos de águas vívidas e nutrientes diversos, para que depois de nossos tempos idos em flor, sermos novamente parte da floresta, tornando-nos húmus e insumos às novas sementes do por virem.
Somos todos esta conexão na natureza que muitas vezes reivindica vida aos responsáveis por ela.
EM DIÁLOGO COM O POEMA “O ENCANTO DA FLORESTA”, DE AUTORIA DE ESTHER LESSA

TEMPO (Série Diálogos Poéticos) JARI ZAMAR


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À TEMPO
– Meses somam memórias, vertem histórias, gerando fazeres e poderes contados pelo ontem bem vivido.

EM TEMPO
– Ontens encantam histórias, geram vitórias, cabendo poderes e quereres passados pela hora bem servida.

NO TEMPO
– Horas alentam vitórias, cabem glórias, rogando quereres e flores pregados pelo amanhã bem sortido.

COM TEMPO
– Amanhãs chegam glórias, brilham escórias, fruindo flores e sabores empregados pelo dia bem medido.

O TEMPO
– Dias medram escórias, fruem trajetórias, parindo sabores e saberes usurpados pelo ano bem perdido.

POR TEMPO
– Anos agem trajetórias, parem euforias, querendo saberes e lugares encantados pelo hoje bem aguardado.

SEM TEMPO
– Hojes cantam euforias, querem memórias, vertendo lugares e fazeres fadados pelo mês bem caiado.

 

EM DIÁLOGO COM O POEMA “E O TEMPO PASSANDO”, DE AUTORIA DE JARI ZAMAR.

Published in: on 19 de dezembro de 2016 at 22:17  Comentários desativados em TEMPO (Série Diálogos Poéticos) JARI ZAMAR  
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DILETANTEMENTE GENTE (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/ JACÓ FILHO


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Ah seres pensantes que deletam memórias e tecem pseudo história por diletantes seres.

  • Será que sua língua é a mesma que deseja a liberdade  do indivíduo de saber e conhecer?

Ah seres diletante que completam memórias e medem pseudo história por contrastantes quereres.

  • Será que sua face  é a mesma que verseja a necessidade  do indivíduo de pecar e rezar?

Ah seres contrastantes que decretam memórias e jazem pseudo história por postulantes saberes.

  • Será que sua mão é a mesma que sobeja a prioridade  do indivíduo de isolar e agregar?

Ah seres postulantes que secretam memórias e batem pseudo história por pulsantes fazeres.

  • Será que sua alma é a mesma que traceja a espiritualidade  do indivíduo de amar e odiar?

Ah seres pulsantes que afetam memórias e pedem pseudo história por flamejantes dizeres.

  • Será que sua mágoa é a mesma que peleja a obscuridade  do indivíduo de anoitecer e amanhecer?

Ah seres flamejantes que vetam memórias e querem pseudo história por inebriantes poderes.

  • Será que sua língua é a mesma que apedreja a complexidade  do indivíduo calar e falar?

Ah seres inebriantes que acarretam memórias e sabem pseudo história por pensantes valores.

  • Será que sua meta é a mesma que maneja a dualidade  do indivíduo ser e estar?

 

EM DIÁLOGO COM A POESIA “TRISTE ENTARDECER”, DE AUTORIA DE JACÓ FILHO

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Published in: on 15 de junho de 2016 at 22:04  Comentários desativados em DILETANTEMENTE GENTE (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/ JACÓ FILHO  
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