PENSANDO(Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA


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E não é que devido a costumes, condicionamentos e/ou crenças algo que nem sequer existe pode se tornar palpável, ou então, verdades são geradas e consideradas como tal sem mesmo ter uma base de fidedignidade…
O ser humano cabula o livre pensar obstruindo a dor do exercício da independência, sim… tornar-se sábio é uma maldição num país onde se é abastecido de valores tão dissolutos da lógica, do desenvolvimento de padrões voltados à valoração do bom e do belo. O honesto é uma palavra que muitas vezes só é conhecida de dicionários, pois nos é impingido que a esperteza reside em “levar vantagens”…
“Verdades sejam ditas”, mas não impostas, tome cuidado para que aquilo que chegue até voce seja selecionado e raciocinado de forma a ser sua a escolha do que realmente ditará o que voce é, faz e transmite aos seus pares.
Ter posturas definidas na vida é vivê-la plenamente…
Aceitar o aculturamento ideológico como seu é residir na ignorância dos fatos.
Sejamos mais que simples espectadores de nossas vidas, hajamos como atores principais em nosso contexto histórico, isso há de incomodar aqueles que tendem ao exercício do poder por sobre o outro,mas em voce surtirá o efeito de re significação daquilo que realmente é e re dignificará sua vida… seus pares…
Bom dia…

 

Published in: on 26 de maio de 2017 at 20:03  Comentários desativados em  PENSANDO(Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA  
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SOBRE PRÁTICAS CULTURAIS (Série Folclórica Memória) ROBERTA LESSA


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O apaixonar-se pela literatura de determinado período nos faz questionar o quanto somos abastecidos por ela, o quanto o gene dessa necessária continuidade cultural torna-se um processo de crescimento intelectivo e vivencial, isso de forma gradual e (in) felizmente irreversível. Atualmente com a percepção de afirmativas de que somos seres em evolução ou optamos pelo baixo nivelamento do grau de nossas percepções, ou somos por nós mesmos impelidos a revolucionar formas de pensamentos e re valoração daquilo que desejamos acessar e ter como padrão de conduta, escolhas e posicionamentos.
Resta-nos o questionar do porque nos negamos diuturnamente ao exercício do livre pensar, da introdução da boa produção literária, enquanto algo que os eleve como ser social e culturalmente providos, abastecendo-nos de um fremente desejo de continuidade de acesso a saberes diversificados e multiplicados em seus conceitos e práticas, mesmo que antagônicas e ou complementares. Há escritores que se primam em seus sublimes e necessários talentos, que permeiam o lúdico e o concreto, oferecendo ao mundo uma nova forma artística de se compreender o outro, a si, os objetos que nos são oferecidos à convivência.
Desta feita, elevo ainda mais as participações em vivências literárias como estas.

ESPERA (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


Há um caminho entre entulhos
Sem ser necessário mergulhos
Deposite essa pá e seus embrolhos
Longe  de seus já tão sensíveis olhos
Transforme sim essa sua poesia
Em palavras que lhe tire a letargia
Some ao seu dia toda harmonia
Juntando suas partes sem ufania

SOBRE MUROS (Série Reflexiva Mente) ROBERTA LESSA


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Foto Poema – RLessa

Não se apaixone, aproxime-se com ternura e sem imposições
Não se apaixone, reconheça-se no aproximar-se do outro
Não se apaixone, esclareça-se antes de ter expectativa
Não se apaixone, desaproprie-se da ideia de posse
Não se apaixone, desconecte-se da esperança da absorção
Não se apaixone, liberte-se e deixe livre o ser ao lado
Não se apaixone, encante-se o suficiente para não temer o adeus.

SILENCIO INTERIOR (Série Apenas Uma Frase) RLESSA


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Tenhamos pois tempo para dar e receber, tempo para voar e aconchegar, tempo para a fala e para o silêncio, tempo para o poetar e o viver…

 

Published in: on 9 de outubro de 2016 at 19:02  Comentários desativados em SILENCIO INTERIOR (Série Apenas Uma Frase) RLESSA  
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DAQUILO QUE SE É (Série Reflexiva) RLESSA


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SE TODO RENDER SE TRADUZ NA OPRESSÃO DO PODER DO OUTRO…
– Não se reconhece o indivíduo nos últimos segundos de emoção, mas na liberdade de lições durante todo comprometimento.
SE TODO PODER SE ABDUZ NA RETALIAÇÃO DO SABER DO OUTRO…
– Não se desaparece o indivíduo nos últimos instantes de vivenciação, mas na unidade de conexões durante todo casamento.
SE TODO SABER SE REPRODUZ NA REDUÇÃO DO PODER DO OUTRO…
– Não se compadece o indivíduo nos últimos momentos de interação, mas na diversidade de ligações durante todo sacramento.
SE TODO PODER SE CONDUZ NA REDUÇÃO DO PERDER DO OUTRO…
– Não se merece o indivíduo nos últimos acontecimentos de apropriação, mas na complexidade de inspirações durante todo remanejamento.
SE TODO PERDER SE PRODUZ NA OBTENÇÃO DO ABSORVER DO OUTRO…
– Não se enaltece o indivíduo nos últimos movimentos de comoção, mas na autenticidade de junções durante todo pertencimento.
TODO ABSORVER SE INTRODUZ NA RESIGNAÇÃO DO RENDER SE DO OUTRO…
– Não se enobrece o indivíduo nos últimos elogios de ostentação, mas na verdade de uniões durante todo aviltamento.
SE TODO RENDER SE REDUZ NA PROSPECÇÃO DO TENDER DO OUTRO…
– Não se apetece o indivíduo nos últimos consentimentos de obtenção, mas na vontade de ilusões durante todo adensamento.
TODO TENDER SE INDUZ NA UNIFICAÇÃO DO RENDER DO SE OUTRO…
– Não se conhece o indivíduo nos últimos minutos de interação, mas na soma de ações e reações durante todo relacionamento.

SOBRE CORES (Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA


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Quando a arte tocam algo dentro de nós, como se esse algo não se explicasse se não pelas formas propostas, então ocorre a junção de almas: alma do artista, alma do observador, alma do objeto.
Uma egrégora surge nesse momento, e arregimenta mais e mais observadores, um exército de apreciadores daquilo que não mais cabe na mente do autor, pois fugiu de seu interior rebelde e sedento de novos olhares e toques observadores.
A arte subverte … por isso nos tira dessa zona de conforto a nós impingida e por nós aceita…

QUANDO AMO (Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA


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VEJO VERDADE TENTANDO SER GENTE.
VEJO GENTE TENTANDO SER POUCO.
VEJO POUCO TENTANDO SER TUDO.
VEJO TUDO TENTANDO SER ARTE.
VEJO ARTE TENTANDO SER ALGO.
VEJO ALGO TENTANDO SER ORDEM.
VEJO ORDEM TENTANDO SER VERDADE.

Quando me apaixono sei o quanto decepciono, por isso distancio.
Quando me decepciono sei o quanto abandono, por isso silencio.
Quando me abandono sei o quanto tenciono, por isso vivencio
Quando me tenciono sei o quanto desabono, por isso anuncio.
Quando me desabono sei o quanto questiono, por isso propicio.
Quando me questiono sei o quanto sanciono, por isso balbucio.
Quando me sanciono sei o quanto me apaixono, por isso negocio.

Na VERDADE me apaixono por esperar demais consideração.
Na GENTE me decepciono por aguardar demais emoção.
No POUCO me abandono por encantar demais criação.
No TUDO me tenciono por duvidar demais repetição.
Na ARTE me desabono por considerar demais explosão.
No ALGO me questiono por desejar demais conclusão.
Na ORDEM me sanciono por bradar demais solução

 

MINHAS SOMBRAS (Serie Poema no Poema) ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO


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À sombra da humanidade reside a imperícia daqueles que ousam buscar nas carências a potência de seus poderes malditos.

– Quem é, senão a púrpura ruga que marca a terra em temíveis terremotos?

À sombra da eternidade reside a imprudência daqueles que usam lucrar nas potências a inocência de seus saberes inauditos.

– Quem é, senão a rósea marca que solidifica a brisa infindáveis  geadas?

À sombra da saudade reside a saliência daqueles que ousam sonhar nas inocências a saliência de seus pudores proscritos.

– Quem é, senão a verdejante marca que une o gozo em defectíveis gestos?

À sombra da complexidade reside a sapiência daqueles que ousam abusar nas saliências a inapetência de seus motores contritos.

– Quem é, senão a luminosa união que ajusta  a mente em cabíveis gostos?

À sombra da comodidade reside a violência daqueles que ousam pecar nas inapetências a incoerência de seus rotores restritos.

– Quem é, senão o dourado ajuste que modifica a forma em prováveis olhos?

À sombra da honestidade reside a paciência daqueles que ousam honrar nas incoerências  a latência de seus humores malditos.

– Quem é, senão a celeste modificação que cala o medo em audíveis ecos?

À sombra da vontade reside a maledicência daqueles que ousam lucrar nas latências a decência de seus humores descritos.

– Quem é, senão a prateada ruga que nega fome em irascíveis modos?

EM DIÁLOGO COM O POEMA “DEVERES POÉTICOS”, DE AUTORIA DE JACÓ FILHO

Published in: on 16 de setembro de 2016 at 20:14  Comentários desativados em MINHAS SOMBRAS (Serie Poema no Poema) ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO  
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ABSOLUTAMENTE NADA (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


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pouco sei dos livros sagrados existentes neste planeta, e do pouco que sei que neles há funções expressas, explícita ou por descobrir por entre todo simbólico que por diversas razões ali posto.

Do pouco que sei… pouco do muito por saber…
Do intuir… do perceber vem meu nutrir o que sou e penso ser…

QUE FALTE-ME O ABSOLUTO EQUILIBRIO
QUE ISOLE-ME DA ABSOLUTA CERTEZA
QUE FUJA-ME A ABSOLUTA BONDADE
QUE CEGUE-ME DA ABSOLUTA VERDADE
QUE FUJA-ME A ABSOLUTA CORAGEM
QUE PERCA-ME A ABSOLUTA ASSEPSIA
QUE DEIXE-ME A ABSOLUTA SANIDADE

O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

palavra[interna]

JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

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Vivemos pelo poder das coisas que não existem. Por isso, os deuses são tão poderosos. (Paul Valery)

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