ANTI ESTÉTICA (Série Apenas Uma Frase) ROBERTA LESSA*


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O maravilhoso não é a estética humana, mas a anti estética que a natureza propõe despretensiosamente…

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Published in: on 14 de abril de 2016 at 15:40  Comentários desativados em ANTI ESTÉTICA (Série Apenas Uma Frase) ROBERTA LESSA*  
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FRASES COTIDIANAS (Série Filosofiando Idéias) ROBERTA LESSA/facuri


IMAGEM COLETADA NA INTERNET

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  • “(…) Nossa você não mudou nada (…)”

… e por quê não?

Onde reside essa compulsiva  forma equívoca na gentileza de se expressar impingindo ao tempo e ao ser o legado da imutabilidade?

Para que esse rasgar de seda, com sê quase como um pecado permitido ao ser  humano em  permear sua vida de forma a eternizar-se num tempo e num tempo e num espaço que não mais pertence a si, pois é passado?

Por quê dourar pílula hipocritamente direcionando sim a falácia ao verbo que deveria por si desnudar verdades e transgredir engôdos?

A quê preço vale a pena deferir na linguagem tal impostura que inexiste?

Refestelar-se de enganos é uma forma de “desaceitação” do que se é, ou  simplesmente alcoolizar a mente de forma a transgredir sua verborragia inverossímil?

… e por quê sim?

  • Mudei sim, pois sou eterno mutante…
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  • “(…) Eu sei como você está se sentindo nesse momento (…)”

… e por quê não?

Onde será a origem dessa mania das pessoas  saberem tanto sobre o sentir do outro se muitas vezes nem ao menos assumirem seus próprios sentimentos e saberes ?

Para quê reforçar esse desejo de exercer poder sobre o sentimento do outro e que por assim o ser deve unicamente ser vivenciado por quem de direito ?

Por quê a questão maior é se fazer entender mestre do sentir do outro quando na verdade nada mais somos que experimentos vivenciais diferenciados ?

À quê se deve uma sociedade ser preparada para refestelar-se de afirmações que  sequer tecem importância ao momento que o outro está atravessando e deve sim tão somente por ele atravessar esse processo ?

Refestelar-se do que se é pelo fato de sermos forçosamente normotizados alimentamos esse ciclo de vícios sociais onde há os que se deliciam em consolos e os que se deliciam em serem consolados? 

E por quê sim?

  • Eu é que sei do meu sentir, o conviver é mais que uma lição de casa bem feita, opto pelas notas vermelhas bem tiradas…
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  • “(…) Com o tempo tudo passa(…)”

… e por quê não?

Onde foras buscar tal insanidade que ludibria questões que devem sim serem vivenciadas, com consolo que não basta e nem preenche questões ?

Para quê utilizar de tal afirmação como sê a redimir muitas vezes fatos que deve sim serem enfrentados e solucionados imediatamente?

 Por quê o produto maior da superação jamais se basta em tal frase, pois reside ele em algo maior do que se ater ao tempo e ao espaço ?

À quê se deve o desejo de minimizar aquilo que chamamos viver, vida e morte, sorrir e chorar,  falar e calar, seguir e parar, enfim tudo é complemento um do outro, e devem sim conviver dentro e fora de nós para que possamos nos lapidar enquanto ser humano?

 Refestelar-se enquanto pseudo consolador na condição de cada um é sim um exercício de poder um pelo outro ?

… E por quê sim?

– Pode até passar o tempo, mas na memória me é  cara cada fato de meu viver é um eterno experimento a ser considerado, mesmo que pelo sofrimento.

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  • “(…) Você sabe com quem está falando?(…)”

… e por quê não?

Onde  ocorre a máxima da lógica que justifica nomes, cargos,afiliações enquanto grau de superioridade  ?

Para quê  estalar dedo sem riste se a soma entre mãos á de ser o imperativo da sabedoria?

Por quê cobras subserviência  onde  poderia somar para o bem comum de um coletivo que tanto necessita?

À quê se deve o homem tecer a si mesmo a trama da superioridade por sobre aquele que o sustenta sem temer o rompimento de tal estrutura ?

Refestelar-se insanamente de posições, riquezas, títulos é também sacrificar a proximidade entre os seres sem a percepção de sua própria condição?

E por quê sim?

 

  • Sim, sei com quem falo e por assim o saber opto por ser seletiva em meus diálogos e colóquios.

 

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  • “(…) É de pequeno que se torce o pepino (…)”

… e por quê não?

Onde se encontra a necessidade de se estabelecer concretamente um plano cartesiano comportamental entre seres que se primam por serem diferenciados ?

Para quê  estruturar mecanismos e engenhosidades mentais que aloquem os indivíduos em um comportamento normatizado?

Por quê  exigir impossíveis padrões  alienantes á seres que deveriam utilizar o máximo do potencial de seu poder criativo  ?

À quê preço implantar uma ditadura comportamental  há de ser a cura da insanidade humana?

Refestelar-se diante do paradigma  do ser enquanto ser  e do ser  mecânico ser?

E por quê sim?

 

  • Sim … um vegetal é um vegetal, mas onde está a normativa que deve o ser humano simplesmente vegetar para ser aceito …

 

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  • “(…) A vingança é um prato que se come frio (…)”

 

… e por quê não?

Onde a fome maior é estrutura, na alma de cada um de nós, na calma satânica de quem domina ou na inércia do servo que se torna escravo voluntariamente?

Para quê o alimento de tantos é tão pouco e o de poucos selecionado com a mais tenra carne do lombo de que o produz nos pútridas porões da sociedade ?

Por quê vingança se nos alimentar de outros sentidos e sentimentos nutriremos sim a nossa fome de justiça, lealdade e amores ?

À quê se deve o fato de não mais nos conciliarmos com o outro ?

Refestelar-se pelo poder de ser o último a ter a palavra, é realmente postura  de caráter ?

E por quê sim?

 

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  • “(…)É a vontade de Deus(…)”

… e por quê não?

Onde esse Deus construído socialmente poderia discernir o certo, e equivocado, o verdadeiro, o ilusório, o justo se sua gênese é semente venosa ?

Para quê seitas e  crenças são incutidas e insistentemente reforçam a servidão a qual a maioria se torna voluntários sem nem mesmo se perceber o quanto é necessário refletir e agir ?

Por quê ocorre o uso de doutrinas que inibem a percepção de um coletivo que deveria ser conduzido pelo livre pensamento e escolhas ?

À quê  se reduz a fé quando a conexão com o Sagrado é estigma paritário?

Refestelar-se  de dogmas e ilusões  é fato real ou manipulação humana?

E por quê sim?

 

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Published in: on 17 de março de 2016 at 21:44  Comentários desativados em FRASES COTIDIANAS (Série Filosofiando Idéias) ROBERTA LESSA/facuri  
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“APENAS UMA FRASE” (Série Tutoriais – Roberta Lessa)*


ROBERTA LESSA (Série Tutoriais)

ROBERTA LESSA (Série Tutoriais)

FICHAMENTO

CRIAÇÃO: Roberta Lessa

DATA: 01 janeiro 2000

MÉTODO: Observação da sociedade e das interações de quem escreve junto ao meio de forma figurativa ou em duplo sentido. No título coloca-se apenas uma palavra que sintetiza toda a frase, seguida do nome da série entre parênteses.

EXEMPLO:

VULCÃO (Série Apenas Uma Frase)

No início rompe o ventre, sorve mamas, com o tempo a erupção se satisfaz em jorros e chamas ardentes acalmando-se após em brasas que se tornam apagadas e mortais cinzas.

Published in: on 23 de agosto de 2015 at 9:15  Comentários desativados em “APENAS UMA FRASE” (Série Tutoriais – Roberta Lessa)*  
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ENTRE MINHA LINHAS


SOBRE O AMOR - ROBERTA LESSA

ENTRE LINHAS – ROBERTA LESSA

LINHA DE VIDA

Inexiste vida, se não pelo perceber-se vivo, entre preenchimentos alinhavados de vivências e perseverança. entre as linhas de minha vida, estou em desalinhavo constante a cerzir sempre novas e diferenciadas ideias.

LINHA DE LIDA

Inexiste lida, se não pelo apoderar-se do saber, entre desmanches de costuras de trabalhos e erros, entre as linhas de meu trabalho, estou em remendos constantes a acrescentar novas tecituras em minhas diferenciadas ideias.

LINHA DE DÚVIDA

Inexiste dúvida, se não pela ousar-se no reconhecer, entre escolhas de linhas em pensamentos e atos, entre as linhas de meu duvidar, estou em arremates constantes a reinventar novas e surpreendentes questões.

LINHA DE PENSAMENTO

Inexiste pensamento, se não pelo praticar-se o pensar, entre zig zags de máquinas e pontos, entre as linhas de meu pensar, estou em perspontos constantes a reproduzir novas e arrebatadores saberes.

LINHA DE PERSUASÃO

Inexiste persuasão, se não pelo remanescer-se único, entre chuleios de linhas em palavras e olhos. entre as linhas de meu persuadir, estou em acabamentos permanentes à restituir novos e macios toques.

LINHA DE VAZIOS

Ineziste vazios, se não pelos espaços preenchidos, entre formas diferentes e surpreendentes, entre as linhas de meu desalinhavar, estou em arrebatamento diferente à diferir novos e inusitados espaços.

 

Published in: on 16 de abril de 2015 at 7:37  Comentários desativados em ENTRE MINHA LINHAS  
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LUAS E SÓIS


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Sobre luas e sóis…

os tenho aqui umas vezes unidos, outras separados…

mas intensos e mutantes, feito alma que invade corpo e habita as entranhas de cada ser, sem muitas vezes ninguém perceber ou deter…

Published in: on 6 de abril de 2015 at 20:40  Comentários desativados em LUAS E SÓIS  
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GRATIDÃO – (RL/Abr/2015)


RL-1

PENSO EM LETRAS SOBREVOANTES, DIANTE DISSO FEITO PESCADORA DE ESTRELAS, OUSO TOCÁ-LAS E QUEM SABE ACESSAR UMA À UMA PARA JUSTAPÔ-LAS FEITO RIMA QUE NÃO SE CALAM, FEITO PALAVRAS QUE NÃO SE BASTAM, FEITO POESIA QUE NÃO SE ESCREVE, MAS QUE CERTAMENTE LÁ ESTÁ,

LÁ FICARÁ SE NÃO OUSARMOS TECER REDES, ARCOS E PONTES ENTRE ELAS E NOSSO PENSAR.

Published in: on 6 de abril de 2015 at 20:17  Comentários desativados em GRATIDÃO – (RL/Abr/2015)  
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O QUE SE É… – (RL/Mar/2015)


RL-Textos (6)

APENAS UMA FRASE EM MEIO À UM MAR DE PALAVRAS SOLTAS

Todos os olhos veem o que parecemos ser, mas poucos sabem o que  realmente somos.

APENAS UM MOMENTO EM MEIO À UM MAR DE TEMPOS IDOS. 

Published in: on 30 de março de 2015 at 21:19  Comentários desativados em O QUE SE É… – (RL/Mar/2015)  
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palavras soltas em mim – (RL/aBR/2015)


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 Ah, essa louca forma de ver o sentimento, e fazer dele poemas de vida que sequer pedem licença para se fazerem presentes na vida da gente.

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Ah. esse momento de incontidos pensamentos que tecem no amor o sentir mais do que o ter. Feliz pelas suas “apalavrinhações”.

 

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Published in: on 25 de março de 2015 at 19:32  Comentários desativados em palavras soltas em mim – (RL/aBR/2015)  
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SISTEMA NADA MATEMÁTICO – (RLessa/Mar/2015)


imagem coletada na internet

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PROBLEMAS?

Isso são problemas:

– mas creia sempre haverão retas performáticas que certamente delinearão a ousadia das curvas…. mas elas (as curvas) assanham liberdades e por isso tecerão eternos ângulos tangenciando a vida que cisma sempre compartimentar o que é infinito.

Published in: on 17 de março de 2015 at 19:36  Comentários desativados em SISTEMA NADA MATEMÁTICO – (RLessa/Mar/2015)  
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APENAS UMA FRASE-8 – (RLessa/Fev/2015)


 

Imagem da Internet

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A gente lê pessoas, a gente lê flores, a gente …lê…lê… livros

Published in: on 21 de fevereiro de 2015 at 16:30  Comentários desativados em APENAS UMA FRASE-8 – (RLessa/Fev/2015)  
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O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

palavra[interna]

JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

Liberte-se!

Tem coisas que só sai da gente por escrito.

Curtir THE Novo

Luz, Alegria e tudo que há THE novo

marcianossabemler.wordpress.com/

Para gostar tanto de livros, só poder ser ETE!

DITIRAMBOS

Poemas, Ensaios, Críticas, Biografias, Tudo Sobre Poesia e Poetas Realmente Importantes. A Poesia em Diálogo com outras Artes. A isso se propõe o Ditirambos. Haroldo de Campos: Não importa de fato chamar o poema de poema: importa consumi-lo, de uma ou outra forma, como coisa.

Experimentarte

espaço de expressão do artista

Rubem Alves:

Ler é fazer amor com as palavras.(blog sobre Rubem Alves)

Rubem Alves | Blog não oficial

coletânea de textos desse grande Educador

Esquizofrenia das Artes

Blog dedicado a divulgação cultural e artística

Cacos Metafóricos

por Petterson Farias

Nas Duas Margens

Nas duas margens - blogue de Vamberto Freitas

O LIVRO DOS SERES IMAGINÁRIOS

Vivemos pelo poder das coisas que não existem. Por isso, os deuses são tão poderosos. (Paul Valery)

Poesia Lunar

cercada de poesia por todos os lábios

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