POETA VANDER LEE (Série Ode Em Casa) ROBERTA LESSA


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Imagem da Internet

Saudade imensa de sua música
Saudade imensa e intensa de sua poesia
Saudade imensa, intensa e densa de sua voz
Saudade imensa, intensa, densa e mansa de sua presença
Saudade imensa, intensa, densa, mansa e extensa de sua ginga
Saudade imensa, intensa, densa, mansa, extensa e propensa de sua arte
Saudade imensa, intensa, densa, mansa, extensa, propensa e pretensa de sua paz
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DE TANTA LUZ O POETA SE FEZ RIMA
DE TANTO AMOR O POETA SE FEZ LUZ
DE TANTA RIMA O POETA SE FEZ CANTO
DE TANTO CANTO O POETA SE FEZ RISO
DE TANTO RISO O POETA SE FEZ ESPELHO
DE TANTA AUSÊNCIA O POETA SE FEZ AMOR
DE TANTO ESPELHO O POETA SE FEZ AUSÊNCIA.

Ode à Vander Lee… no deixou em 5 de agosto de 2016. “Nascido no estado de Minas Gerais, começou sua carreira em bares locais em meados da década de 1980. Gravou sua primeira fita demo (com 4 músicas) em 1986, e em 1987 já fazia shows com seu próprio repertório. Suas canções variam desde o romântico, passando pelo samba até a balada e rock. Em suas letras, fala de acontecimentos da vida cotidiana, e sempre com um lado romântico, fala de amor. Já gravou com grandes nome da MPB, como Zeca Baleiro, Elza Soares, Rita Ribeiro, Emilinha Borba, Leila Pinheiro e Nando Reis. Compôs a música “Estrela” que foi gravada pela cantora Maria Bethânia. Teve ainda a canção “Onde Deus possa me ouvir” gravada por Gal Costa. Fez uma musica em homenagem ao grande clássico mineiro de futebol Atlético x Cruzeiro, a musica se chama Galo e Cruzeiro O cantor tinha 3 filhos: Laura, Lucas e Clara, que herdaram dele o talento musical.”(Fonte Internet)

Acesse e conheça um pouco da arte desse artesão das palavras:

http://www.vanderlee.com.br/new/index.php

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Published in: on 24 de fevereiro de 2017 at 13:23  Comentários desativados em POETA VANDER LEE (Série Ode Em Casa) ROBERTA LESSA  
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ODE À POETA (Série Ode Em Casa) RLESSA


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NORMA

A gente se conhece de soslaio…
…quase um poema.
…quase sem esquema.
…quase um dilema.
…quase um fonema.
…quase um apoema.
…quase um diadema.

NORMA QUER

A gente se conhece de poesia…
…meio que distraída.
…meio que caída.
…meio que distraída.
…meio que construída.
…meio que absorvida.
…meio que abstraída.
…meio que sobressaída.

NORMA QUERIDA

A gente se reconhece de primeira…
…um tanto quanto manhosa.
…um tanto quanto curiosa.
…um tanto quanto criteriosa.
…um tanto quanto misteriosa.
…um tanto quanto graciosa.
…um tanto quanto vitoriosa.
…um tanto quanto talentosa.

NORMA QUERIDINHA

A gente se reconhece e aprecia…
gostando de se ler.
gostando de se subverter.
gostando de se conceber.
gostando de se verter.
gostando de se reger.
gostando de se prever.
gostando de se verter.

NORMA QUERIDISSIMA

A gente se revela poeta…
…rimando vida e alegria.
…rimando vida e sabedoria.
…rimando vida e alegoria.
…rimando vida e correria.
…rimando vida e confraria.
…rimando vida e glória.
…rimando vida e harmonia.

NORMA QUERIDISSISSIMA

A gente se revela em poesia…
…e deixa o tempo passar.
…e deixa o tempo falar.
…e deixa o tempo caminhar.
…e deixa o tempo concatenar.
…e deixa o tempo amenizar.
…e deixa o tempo juntar.
…e deixa o tempo ensinar.

NORMA QUERIDISSISSISSIMA
A gente se conhece mais ainda…
… como poetas e sonhadoras.
… como poetas e criadoras.
… como poetas e merecedoras.
… como poetas e contadoras.
… como poetas e semeadoras.
… como poetas e alentadoras.
… como poetas e acolhedoras.

 

EM DIÁLOGO COM O  RECADO”PARA TODOS OS RECANTISTAS D MUSEU” DE AUTORIA DE NORMA

Published in: on 22 de dezembro de 2016 at 12:09  Comentários desativados em ODE À POETA (Série Ode Em Casa) RLESSA  
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A ETERNA CONSTRUÇÃO DE NOSSA CASA (Série Folclórica Memória) RLESSA/ADILEIA MENEZES/VERA SARTORI


QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE MODISMO ELEVA-SE OLHARES
QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE CONFORMISMO AGREGA-SE DIZERES
QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE HEROÍSMO INTEGRA-SE LUGARES
QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE PRAGMATISMO INTEGRA-SE SABERES
QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE SIMBOLISMO PONDERA-SE TEMORES
QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE CRITICISMO ILUMINA-SE SABORES
QUANDO A TRADIÇÃO DE UMA GENTE É MAIS QUE CINISMO DESMISTIFICA-SE PODERES
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A CONTINUIDADE DE UMA TRADIÇÃO
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A MANUTENSÃO DE UMA TRADIÇÃO
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A MEMÓRIA DE UMA TRADIÇÃO
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A SALVAGUARDA DE UMA TRADIÇÃO
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A DIFUSÃO DE UMA TRADIÇÃO
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A PRESERVAÇÃO DE UMA TRADIÇÃO
É NECESSÁRIO DIRECIONAR AÇÕES PARA A RE SIGNIFICAÇÃO DE UMA TRADIÇÃO
QUANDO SE SABE MAIS DO QUE DEMONSTRA PERCEBE-SE QUE SEUS SABERES TEM ORIGEM NA VIVÊNCIA COTIDIANA. AS PESSOAS ENVOLVIDAS NA TRADICIONAL FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PIRACICABA, INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO É UMA GRANDE E DIFERENCIADA FAMÍLIA E POR ASSIM SER SABEM DAS REAIS NECESSIDADES DE SEU ENTORNO DE SEU HABITAT.
JAMAIS UM ESTUDIOSO DE GABINETE COMPREENDERÁ TOTALMENTE AS NUANCES E CARACTERÍSTICAS QUE TORNAM ESSE EVENTO TODA COMPLEXIDADE QUE É., POIS NÃO É DO TIPO QUE ” COLOCA A MÃO NA MASSA, AGORA NA FESTA HÁ OS QUE SOMAM E FAZEM-NA AINDA MAIS BELA E CRUCIAL.
POR ISSO CONSIDERO IMPORTANTE EVIDENCIAR OS REAIS SABEDORES DA MEMÓRIA LOCAL, POIS ELES REALMENTE VIVEM A FESTA E JAMAIS INVENTARIAM UMA HISTÓRIA INEXISTENTE, ELES SABEM MAIS DO QUE  IMAGINAM, SABEM DAS NUANCES, DOS DETALHES, DA ETERNA E SINGULAR RECONSTRUÇÃO DE UMA IDENTIDADE LOCAL QUE DEVE SER PRESERVADA À TODO CUSTO.

 

ESSE TEXTO FOI INSPIRADO  POR UMA PEQUENA GRANDE CONVERSA COM ADILEIA MENEZES E VERA SARTORI, GRANDES AMIGAS E IRMÃS DE PLANETA QUE,  JUNTO À IRMANDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PIRACICABA – SP, SÃO PARTE DE UMA EGRÉGORA QUE SALVAGUARDAM PARTE DA TRADIÇÃO DE NOSSO MUNICÍPIO QUE É A SECULAR FESTA DO DIVINO DE PIRACICABA.

 

Published in: on 20 de dezembro de 2016 at 13:06  Comentários desativados em A ETERNA CONSTRUÇÃO DE NOSSA CASA (Série Folclórica Memória) RLESSA/ADILEIA MENEZES/VERA SARTORI  
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NATIVIDAD (Série Diálogos Poéticos) RLessa


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FELIZ ETERNIDADE: Mansidão de envolvimento: FELIZ NATIVIDAD.
FELIZ ETERNIDADE: Emoção de relacionamento: FELIZ NATIVIDAD.
FELIZ ETERNIDADE: Profusão de sentimento: FELIZ NATIVIDAD.
FELIZ ETERNIDADE: Ilusão de comedimento: FELIZ NATIVIDAD.
FELIZ ETERNIDADE: Condição de fomento: FELIZ NATIVIDAD.
FELIZ ETERNIDADE: Opinião de deslumbramento: FELIZ NATIVIDAD.
FELIZ ETERNIDADE: Realização de conhecimento: FELIZ NATIVIDAD.

EM DIÁLOGO COM O POEMA “FELIZ ANIVERSÁRIO”, DE AUTORIA DE MARCUS RIOS.

Published in: on 17 de novembro de 2016 at 22:31  Comentários desativados em NATIVIDAD (Série Diálogos Poéticos) RLessa  
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MATERNA (Série Diálogos Poéticos) RLESSA


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MÃE MULHER
– Entre tantas há as distantes
– Entre tantas há as errantes
– Entre tantas há as elegantes
– Entre tantas há as falantes
– Entre tantas há as divagantes
– Entre tantas há as alucinantes
– Entre tantas há as asfixiantes
– Entre tantas há as gigantes
MÃE AMANTE
– Por assim ser ensina-nos amor
– Por assim ser ensina-nos valor
– Por assim ser ensina-nos fervor
– Por assim ser ensina-nos temor
– Por assim ser ensina-nos humor
– Por assim ser ensina-nos rumor
– Por assim ser ensina-nos destemor
MÃE ESCOLA
– Das que nos transmite saberes
– Das que nos transmite valores
– Das que nos transmite poderes
– Das que nos transmite fazeres
– Das que nos transmite dizeres
– Das que nos transmite humores
– Das que nos transmite quereres
MÃE EXEMPLO
– Dentre tantas as que falam
– Dentre tantas as que resvalam
– Dentre tantas as que elevam
– Dentre tantas as que auxiliam
– Dentre tantas as que encantam
– Dentre tantas as que elevam
– Dentre tantas as que lutam
MÃE MEMÓRIA
– Por saber elas muito podem
– Por saber elas muito medem
– Por saber elas muito cedem
– Por saber elas muito bebem
– Por saber elas muito querem
– Por saber elas muito iludem
– Por saber elas muito fazem
MÃE AUSENTE
– Mesmo que ao longe sempre presente
– Mesmo que ao longe sempre coerente
– Mesmo que ao longe sempre eloquente
– Mesmo que ao longe sempre latente
– Mesmo que ao longe sempre vertente
– Mesmo que ao longe sempre insurgente
– Mesmo que ao longe sempre referente
MÃE ETERNA
– Acrescenta em nós parte de sua vitória
– Acrescenta em nós parte de sua oratória
– Acrescenta em nós parte de sua trajetória
– Acrescenta em nós parte de sua glória
– Acrescenta em nós parte de sua sabedoria
– Acrescenta em nós parte de sua fúria
– Acrescenta em nós parte de sua matéria

EM DIÁLOGO COM O TEXTO “MÃE- A ARTE DE PROCRIAR”, DE AUTORIA DE TOM OLI

 

 

Published in: on 26 de outubro de 2016 at 16:02  Comentários desativados em MATERNA (Série Diálogos Poéticos) RLESSA  
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ODE AO ARTISTA (Série Ode Em Casa) ROBERTA LESSA


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Ao inspirar o poeta, um ser torna-se especial, reluz de forma que todos percebem seu luzir em tudo que faz e é.

Quem é ela?
– Sabatella.
SABedoria na TELLA

Quem é ela?
– Letícia.
LETra entre notÍCIA

Ao respirar o poeta, um ser torna-se essencial, conduz de forma que todos intercedem seu parir em tudo que apraz e fé.

Quem é ele?
-Fábio
FAiscante sáBIO

Quem é ele?
Brandão.
BRANdante imensiDÃO

Ao espirar o poeta, um ser torna-se primordial, produz de forma que todos enaltecem seu espargir em tudo que traz e axé.

 

EM DIÁLOGO COM O POEMA “SABATELLA”, DE AUTORIA DE FÁBIO BRANDÃO

Published in: on 18 de agosto de 2016 at 22:21  Comentários desativados em ODE AO ARTISTA (Série Ode Em Casa) ROBERTA LESSA  
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CARLOS BRASILIO CONTE (Série Ode Em Casa( ROBERTA LESSA)


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Que eu saiba tanto quanto o que sabes para poder eu  seguir em frente na minha senda.

Que eu possa tanto quanto o que podes para poder partir em segurança na minha rua.

Que eu busque tanto quanto o que buscas para poder eu fruir em harmonia na minha lida.

Que eu queira tanto quanto o que queres para poder eu  abstrair em luz na minha ciência.

Que eu mereça tanto quanto o que mereces para poder eu  adquirir em paz na minha vida.

Que eu reconheça tanto quanto o que reconheces para poder eu  resilir em fé na minha voz.

Que eu acesse tanto quanto o que acessas para poder eu suprir em força na minha calma.

 
CARLOS BRASÍLIO CONTE, PONTUAIS NOTAS DE SABEDORIA NO MOMENTO E MEDIDA EXATA…
Published in: on 16 de agosto de 2016 at 12:32  Comentários desativados em CARLOS BRASILIO CONTE (Série Ode Em Casa( ROBERTA LESSA)  
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DUDU FALCÃO (Série Ode Em Casa ) ROBERTA LESSA*


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TEMPO DE BOA MÚSICA
meu tempo é sempre
DIA DE BOA COMPANHIA
meu dia é hoje
HORA DE BOA MEMÓRIA
minha hora é constante
MINUTO DE BOA IDEIA
meu minuto é o bastante
SEGUNDO DE BOA POESIA
meu segundo é este
MOMENTO DE BOA VOZ
meu momento é agora
INSTANTE DE BOA PRESENÇA
meu instante é você
 
DUDU FALCÃO ME SURPREENDEU NAS ENTRE LINHAS DE MINHA POESIA, DEIXANDO -SE INVADIR E INVADINDO-ME À PONTO DE DEIXAR-ME TONTA DA VIDA E À SEGUIR À DERIVA DE SUA POESIA E MUSICALIDADE

ODE À NAAN SILVA (Série Ode em Casa) ROBERTA LESSA


FOTO POEMA - Foto naas (somo todos um)

DESDE QUE ME CONHEÇO POR GENTE SEI SER ETERNA

… e em uma sabedoria insana o universo compactua à meu favor …

VEM O MEU AMOR E ME REVELA OS DIZERES

DESDE QUE ME RECONHEÇO POR MENTE SEI SER CAVERNA

… e em uma alegoria profana o inusitado perpetua à meu amor …

VEM O MEU AMOR E ME DESVELA OS PODERES

DESDE QUE ME MEREÇO POR INTELECTO SEI SER EXTERNA

… e em uma corregedoria ufana o cósmico continua à meu fervor …

VEM O MEU AMOR E ME AFIVELA OS FAZERES

DESDE QUE ME ESCLAREÇO ALMA SEI SER LANTERNA

… e em uma energia  leviana o eterno insinua à meu clamor…

VEM O MEU AMOR E ME SEQUELA OS TEMORES

DESDE QUE ME DESCONHEÇO POR VERME SEI SER HIBERNA

… e em uma elegia bacana o materno continua à meu supor…

VEM O MEU AMOR E ME CONGELA OS CONTERES

DESDE QUE ME ENVAIDEÇO POR SABERES SEI SER MODERNA

… e em uma cosmogonia profana o inferno estenua à meu opor…

VEM O MEU AMOR E ME VELA OS SABERES

DESDE QUE ME TRANSPAREÇO POR DIVINA SEI SER MATERNA

… em uma alergia vegana o fraterno  extenua à meu supor…

VEM O MEU AMOR E ME TUTELA OS VALORES

Naan, soube verdadeiramente o que é o amor quando com você aprendi a viver, essas são pequenas palavras diante do tudo que você representa em  minha vida. Amo você, sua alma especial e suas ideias espaciais, “loucais”, fenomenais.

Published in: on 30 de junho de 2016 at 14:23  Comentários desativados em ODE À NAAN SILVA (Série Ode em Casa) ROBERTA LESSA  
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LINO VITTI (Série Ode em Casa) ROBERTA LESSA


VITTI
– TIO LINICO, FALA DE SUAS MEMÓRIAS?
… e lá vai o descortinador de memórias construídas verter tênues e significantes recordações sobre a trajetória de sua vida desde  a lembrança herdada de ancestrais, do povoar idéias que fincaram em terras férteis o legado de sua gente e que permeia a realidade de cada um que se reconhece parte desse memorial existencial. Soube ele, o poeta,  unir historicamente esse arsenal de identidades e reafirmar sua conjunção entre todos os saberes…
MAS CADÊ LINICO, QUÃO LONGE FOI ESPEZINHAR ESSE GRANDE MENINO?
TIO LINICO, FALA DE SUAS CIDADES?
… e lá vai o desbravador de cidades desconhecidas ceder espaços e entrelaçantes considerações sobre a trajetória de sua lida desde a herança agigantada convencionais, do povoar  matérias que atuaram em municípios tácteis o mais atual dos momentos convencionalizados pelos meios burocráticos. Soube ele unir geograficamente esse manancial de diversidades e perpetuar sua intensão entre todos os dizeres…
MAS CADÊ LINICO, QUÃO LONGE FOI PESQUISAR ESSE SÁBIO MENINO?
Tio Linico me fala das estradas…
… e lá vai o construtor de estradas desapercebidas conhecer terras e contagiantes plantações sobre a trajetória de sua viagem desde o início primordial de seu povo até o mais atual dos sentimentos perpetuados pelos meios transitáveis. Soube ele unir universalmente esse potencial de  felicidades e atenuar sua ostentação entre todos os quereres…
Mas cadê Linico, onde foi viajar esse menino?
Tio Linico me fala das rimas…
… e lá vai o escrevedor de rimas esculpidas conceber arte e emocionante dissertações  sobre a trajetória de sua literatura desde o início especial de seu povo até o mais atual  dos conhecimentos atualizados pelos meios literários. Soube ele unir paralelamente esse circunstancial de variedades e atenuar sua emoção entre todos os poderes…
Mas  cadê Linico, onde foi bolinar esse menino?
Tio Linico me fala das ausências…
… e lá vai o conhecedor de  ausências sentidas antever distâncias e dilacerantes separações de sua escuridão desde o início racional de seu povo até o mais atual dos  preenchimentos memorizados pelos meios constitucionais. Soube ele unir dialeticamente esse judicial de legalidades e simpatizar sua condição entre todos os conteres…
Mas cadê Linico, onde foi fantasiar esse menino?
Tio Linico me fala das despedidas…
… e lá vai o apaziguador de despedidas polidas precaver alianças e alienantes conclusões de sua separação desde o início funeral de seu povo até o mais atual dos distanciamentos categorizados pelos meios solitários. Soube  ele unir finalmente esse substancial de fragilidades e separar sua jubilação entre os desapareceres…
Mas cadê Linico, onde foi findar esse menino?
Published in: on 22 de junho de 2016 at 19:06  Comentários desativados em LINO VITTI (Série Ode em Casa) ROBERTA LESSA  
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O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

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JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

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