DITOS POPULARES (Série Folclórica Memória (Roberta Lessa)


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Imagem SEVARI

 

PETECAS NÃO FORAM FEITAS PARA FICAREM O CHÃO, MAS PARA LUZIREM AO VENTO, LÁ NO ALTO.

“- Não deixe a peteca cair(…)”

À todos nós que ainda acreditamos no Sagrado, arregaçamos nossas mangas, prezamos a família, choramos e sorrimos e nos unimos , deixo esse proseio:

“(…)mesmo distantes somos constantes, no amor nada no separa(…)”.

Há momentos de desafios, enfrente.
Há momentos de esperanças, acredite.

Há instantes de injúrias, releve.
Há instantes de vitórias, contemple.

Há segundos de desesperos, suporte..
Há segundos de alentos, agradeça.

Há tempos de penúrias, resista.
Há tempos de riquezas, mereça.

Há diálogos de críticas, repense.
Há diálogos de somas, aceite.

Há seres que estão, observe.
Há seres que ficarão, mantenha.

Há olhares de repreensão, aprenda.
Há olhares de compaixão, medite.

DITOS POPULARES (Série Folclórica Memória (Roberta Lessa)

Published in: on 25 de junho de 2017 at 17:59  Comentários desativados em DITOS POPULARES (Série Folclórica Memória (Roberta Lessa)  
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SUBVERSIVA (Série Reflexiva) RLESSA/JACÓ FILHO


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Nos seres doutrinados social e mentalmente é imputada a inércia intelectiva que gera uma propícia fragilidade que os condicionam à resignação de sua condição humana.

Ocorre de surgirem muitos entre eles que não mais se bastam na obscuridade de uma alma coibida de brilhar e mortificada pela auto comiseração e engodo vivencial e tendem à se direcionarem-se à subversão daquilo que consideram  enquanto seres domesticados.

Coube a morte social, segregação àqueles que despertaram para seguirem além dos portais agora abertos,  souberam eles que disputas menores apenas adiam o seu passo  em direção à compreensão maior da senda cósmica, quanto menos se atritam.

Somos o que somos ou apenas o que nos deixam ser?

Somos o que queremos ou apenas o que nos direcionam ser?

Somos o que podemos ou apenas o que nos ocasionam ser?

Somos o que falamos ou apenas o que nos impulsionam ser?

Somos o que acreditamos ou apenas o que nos equacionam ser?

Somos o que sonhamos ou apenas o que nos obrigam ser?

Somos o que acreditamos ou apenas o que nos pregam ser?

EM DIÁLOGO COM

Published in: on 13 de janeiro de 2017 at 2:25  Comentários desativados em SUBVERSIVA (Série Reflexiva) RLESSA/JACÓ FILHO  
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DESÍGNIOS COMEDIDOS (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


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Gastos com gestos mundanos
E A PALAVRA ACONTECE E NEGA DESÍGNIOS
Gestos com gostos desumanos
E A PALAVRAS ANOITECE E LIDA PRENÚNCIOS
Gostos com gritos insanos
E A PALAVRA ENTONTECE E SABE INÍCIOS
Gritos com glifos puritanos
E A PALAVRA ENALTECE E MEDE ARTIFÍCIOS
Glifos com grupos espartanos
E A PALAVRA APETECE E BEBE BENEFÍCIOS
Grupos com grumos medianos
E A PALAVRA EMBRUTECE E CEDE MALEFÍCIOS
Grumos com gastos urbanos
E A PALAVRA PERMANECE E PEDE SILÊNCIOS

 

EM DIÁLOGO COM O POEMA “UMA CATÁSTROFE ACONTECEU” DE AUTORIA DE MIGUEL JACÓ

Published in: on 12 de janeiro de 2017 at 21:57  Comentários desativados em DESÍGNIOS COMEDIDOS (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA  
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PESSOAS (Serie Reflexiva) RLESSA*


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pessoas raras são ralas
pessoas ralas são tantas
pessoas tantas são muitas
pessoas muitas são outras
pessoas outras são elos
pessoas elos são raras

PESSOAS SÃO PESSOAS

nas escolhas

nas medidas

nos atos,

na ética

nos medos

na  força

nas cores

na métrica

nos sabores

POR ISSO SÃO PESSOAS

 

 

Published in: on 3 de dezembro de 2016 at 22:36  Comentários desativados em PESSOAS (Serie Reflexiva) RLESSA*  
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CIÊNCIA E MAGIA (Série Reflexiva) RLessa


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A CIÊNCIA AINDA PERMANECE DE MÃOS DADAS COM ANTIGOS MAGOS.
O TEMPO MESMO ACELERADO AINDA É A RESPOSTA PERMANENTE NO IMPASSE DESTA ENCRUZILHADA DA CIÊNCIA E O OCULTISMO QUE SOMOS SUBMETIDOS.
O ESCLARECIMENTO DA DÚVIDA HÁ DE SE ESTABELECER QUANDO DEIXARMOS AS GERRAS E COMPETIÇÕES INÚTEIS ENTRE INTELECTO E INTUITIVO.
AO FECHARMOS NOSSAS MENTES PARA O NOVO EXISTENTE NOS SABERES OCULTOS ESTAMOS OBSCURECENDO E IMPEDINDO O AVANÇO DA HUMANIDADE. È NECESSIDADE DE UM SÉRIO E PROFUNDO OLHAR PARA OS DETALHES E SEGREDOS QUE A VIDA NOS DESVELA A CADA INSTANTE QUE NOS PASSA MUITAS VEZES DESAPERCEBIDO.
CUIDEMOS DE NOSSOS PENSAMENTOS, SE NÃO OUTROS PENSARÃO POR NÓS… BUSCAS SÃO NECESSÁRIAS, DIRECIONADAS E PROFUNDAMENTE PROVIDA DE CIÊNCIA E MAGIA.

EQUÍVOCOS CAUSADOS PELOS FILTROS INDIVIDUAIS E SOCIAIS (Série Reflexiva) RLESSA


Foto Poema - RLessa

Foto Poema – RLessa

É necessário quando utilizar termos, conceitos, palavras, sabermos do que verdadeiramente desejamos transmitir. Saberes, fazeres e dizeres tem seus processos evolutivos graduais, naturais e irreversíveis. Na apropriação de um processo cultural há de se respeitar o que há de mais rico em um segmento social. Muitas vezes, muitas mesmo, ocorre a desvirtuação, desfiguração, depredação de uma manifestação cultural quando nela são introduzidos elementos que a descaracterizam e assim ocorrendo, pseudo-verdades e enredos nelas são criadas, geradas, desfigurando-as e para a infelicidade do nicho que é manifesta e o que é equívoco torna-se verdade cientificada por pseudos estudiosos. O direcionamento dado a cada cultura torna evidenciado o quanto de ideologia e interesses está inculcado no contexto. Quando acessamos saberes, temos que considerar os diferentes filtros que ocorre no decorrer da existência desse processo cultural até chegar a nós e se transformar em questões conceituais… 

 

Published in: on 11 de outubro de 2016 at 13:16  Comentários desativados em EQUÍVOCOS CAUSADOS PELOS FILTROS INDIVIDUAIS E SOCIAIS (Série Reflexiva) RLESSA  
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TRANSMUTAÇÃO NACIONAL (diálogo poético) RLESSA


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Sempre é bom saber o peso e o real significada das palavras, principalmente no que se refere à clareza de se expor uma ideia nessa sociedade tão provida de despreparo de uma boa  e salutar interpretação de texto, onde o óbvio para alguns é simplesmente a dúvida para tantos, onde a preguiça da escrita se conjuga com a inoperância gramatical de um cidadão que sabe criticar repetindo o que já se falou e reproduzindo o que por outro foi comentado. Os seres humanos tentem ao esquecimento de sua própria condição de Ser independente e pensante e por isso é tão facilmente conduzido ao universo da submissão voluntária.

Seu senso crítico nada mais tem sido do que o forjar de uma espécie apropriadamente condizente com o poderio que se arma daquilo que deveria ser o direito de todos, mas que usualmente. apenas poucos privilegiados obtém às duras penas, perdas  e castigos: a liberdade individual.

Nesse ínterim pouco se sabe da boa gramática, quiçá do verdadeiro sentido de cada palavra, à determinas as ações depois de coerente reflexão. Lendo um texto comparativo de uma personagem social conhecida e que para evitar aumento de iope dessa pessoa um tanto quanto creio eu, equivocada com seus conceitos,evito citar nomes. No texto que li e entre muitos outros com o mesmo teor midiático a comparam-na  à uma prostituta de luxo à serviço dessa vergonhosa e desproporcional política nacional que se implantou em nossa nação.

Peço licença nesse momento literário a fim de esclarecer que percebo ser a prostituição um assunto muito extenso, profundo e tão enraizado na sociedade humana que representa importantes e diferenciados aspectos que tecem fortes características  aos nossos padrões evolucionais, eu mesma muitas vezes percebo-me prostituta e com toda sua honra e “putice”, pois sei o quanto essa função social é tão usual, necessária e tão desvalorizada pelos seres de “boa índole” que a sociedade insiste em manter no poder.

Quando escrevo poder, não excluo aquele pequeníssimo poderio sendo implantado sistema e efetivamente dia à dia, segundo à segundo, por essa máquina de desconscientização que anda à todo vapor em nossas mentes. E o resultado desse jogo é dez à zero aos poderosos de plantão.

Ser puta é, além de vestidos e posições de encarecidas posses e poses bem montadas em estúdios improvisados ou não, é um serviço de saneamento humano, onde é depositado nos muitas vezes apodrecidos úteros já tão usados a doença da volúpia gananciosa humana que se traduz na grande maioria dos corpos já tão utilizados por nós fisicamente com câncer e infelizmente descoberto tão tardiamente que a maioria das putas pobres sequer tem a chance de tratamento, quiçá condições econômicas para tal.

Enquanto muitas putas partidariamente profissionais exibem “grifes” nos planaltos e passarelas da vida, ainda são por nós ovacionadas como exemplo de postura e candura ilibada.mas nada é por acaso existirem esses “rostinhos bonitos em corpos perfeitos”, a serem expostos feito troféus por aqueles que lhe montam feito putas e vestem-nas de pureza.

O complexo disso tudo não é só a inação e a total falta de consciência de quem os coloca e deixam onde estão, é a banalização dessa condição, travestindo-a de cômica fatalidade cênica, onde os atores podem até serem substituídos à cada temporada, mas quem os manipula feito marionetes permanece protegidos e incógnitos nas coxias da vida.

Triste a condição….

EM DIÁLOGO COM A CRÔNICA “SUGIRO TIRAR O VESTIDO”, DE AUTORIA DE ILMAR.

Acesso em Recanto das Letras: http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/5786784

FRAGMENTOS DE PENSAR  III ( Série Reflexiva) ROBERTA LESSA / JACÓ FILHO


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REFLEXIVA III – DO VALOR REAL DAS COISAS

Existem pequenos fatos cotidianos que por assim serem tornam-se invisíveis e muitas vezes se deixam à mostra através de nossos atos falhos ou rememorações que mutos denominam dejavu. Muitos nasceres e pores do sol nos é dado de presente, assim como mensalmente temos o privilégio de poder presencias a lua em todas as suas esplendorosas fases e isso sem comentar o lume ou a ausência das  estrelas, as nuvens alvas e volumosas ou então pesadas e obscurecidas pela energia acumulada, todo o cosmo nos reafirmando constantemente nossa infinitude e adentrando-nos cotidianamente com seus catódicos raios já não mais tão invisíveis, pois influenciam todos nossas vivências. Mas o que fazemos com todas essas pequeninas coisas que como as já citadas estão tão presente em nossas vidas: Valorizamos todas elas ou simplesmente as ignoramos? Deixamos-nos percebê-las ou a relegamos à um plano de invisibilidade sensitiva? Agradecemos reverencialmente ou ocasionalmente rememoramos em datas socialmente estipuladas para? Aprendemos ou permanecemos no confortável comportamento que nos prende ao ignorar as miríades de belezas que somos e que somos presenteados diuturnamente? Muitos pores de sóis chegam valor das pequenas coisas. Há de se abrir as portas, janelas e portais para que possamos atravessar os umbrais da ignorância e desvelarmos o véu que nos cega e nos deixa à mercê tão somente de nossas aprisionantes paixões.

EM DIÁLOGO COM A POESIA “RAMA” DE AUTORIA DE JACÓ FILHO

 

Published in: on 18 de julho de 2016 at 23:08  Comentários desativados em FRAGMENTOS DE PENSAR  III ( Série Reflexiva) ROBERTA LESSA / JACÓ FILHO  
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FOME (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA/STELO QUEIROGA


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FOME DO POETA
ABECEDÁRIO SER
SEREI POETIZAVELMENTE?
EXISTINDO SER
FEITO POETA

FOME DO ESTETA
EMBRIONÁRIO DOER.
DOEREI ARDOROSAMENTE?
COLIDINDO DOER
FEITO ESTETA

FOME DO CAPETA
TERRITÓRIO LER
LEREI MEMORAVELMENTE?
CAINDO LER
FEITO CAPETA

FOME DO PROLETA
ABECEDÁRIO ATER
ATEREI CONSIDERAVELMENTE?
PEDINDO ATER
FEITO PROLETA

FOME DO PLANETA
PRIORITÁRIO CRER
CREREI ESPIRITUALMENTE?
SURGINDO CRER
FEITO PLANETA

FOME DO PROFETA
IDENTITÁRIO TER
TEREI CONSCIENTEMENTE?
PEDINDO TER
FEITO PROFETA

FOME DO PICARETA
DICIONÁRIO VER
VEREI OBSERVADORAMENTE?
EMERGINDO VER
FEITO PICARETA

em diálogo como poema “fa minto” de autoria de stelo queiroga

MEUS PRÓS E MEUS CONTRAS (Série Apenas Uma Frase) ROBERTA LESSA*


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Imagem da Internet

Considerando os prós e os contras, sou aquele que flutua entre o ter e o ser, entre o ser e o querer ser, entre o nada e a salada de gente misturada que se complementam…

Published in: on 14 de abril de 2016 at 15:53  Comentários desativados em MEUS PRÓS E MEUS CONTRAS (Série Apenas Uma Frase) ROBERTA LESSA*  
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O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

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JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

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