O PODER DA TORRE (Série Reflexiva Mente) ROBERTA LESSA


 

Belo de mais da conta, e me fiz conta poeta para quem sabe um dia poder saber da escrita de grandes poetas.
Singelo de mais da vista, e me fiz visita secreta para quem sabe um dia saber deter da escrita de grandes estetas.
Libelo de mais da cota, e me fiz proscrita repleta para quem sabe um dia deter conter da escrita de grandes facetas.
Zelo de mais da vida, e me fiz desdita completa para quem sabe um dia conter querer da escrita de grandes piruetas.
Desvelo de mais da existência, e me fiz maldita  meta para quem sabe um dia querer ter da escrita de grandes planetas.
Gelo de mais da lida, e me fiz restrita seta para quem sabe um dia ter prazer da escrita contrita de grandes ascetas.
Revelo de mais da medida, e me fiz perita  obsoleta  para quem sabe um dia prazer poder da escrita de grandes trombetas.

 

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 PENSANDO(Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA


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E não é que devido a costumes, condicionamentos e/ou crenças algo que nem sequer existe pode se tornar palpável, ou então, verdades são geradas e consideradas como tal sem mesmo ter uma base de fidedignidade…
O ser humano cabula o livre pensar obstruindo a dor do exercício da independência, sim… tornar-se sábio é uma maldição num país onde se é abastecido de valores tão dissolutos da lógica, do desenvolvimento de padrões voltados à valoração do bom e do belo. O honesto é uma palavra que muitas vezes só é conhecida de dicionários, pois nos é impingido que a esperteza reside em “levar vantagens”…
“Verdades sejam ditas”, mas não impostas, tome cuidado para que aquilo que chegue até voce seja selecionado e raciocinado de forma a ser sua a escolha do que realmente ditará o que voce é, faz e transmite aos seus pares.
Ter posturas definidas na vida é vivê-la plenamente…
Aceitar o aculturamento ideológico como seu é residir na ignorância dos fatos.
Sejamos mais que simples espectadores de nossas vidas, hajamos como atores principais em nosso contexto histórico, isso há de incomodar aqueles que tendem ao exercício do poder por sobre o outro,mas em voce surtirá o efeito de re significação daquilo que realmente é e re dignificará sua vida… seus pares…
Bom dia…

 

Published in: on 26 de maio de 2017 at 20:03  Comentários desativados em  PENSANDO(Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA  
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POR UM FILOSOFIAR (Série Filosofando Ideias) ROBERTA LESSA


 

Há textos que muito me instigam ao pensar:

Ao meu ver  tenho muito a aprender, pois pouco sei dos saberes dos homens, e o que penso que o  filosofar é multi colorido, tem temporariedade em conjunturas distintas, de sabores infinitesimais é grandioso, e sim tem origens diversas diante de etnias distintas, e graças à elas é que o filosofar abarca muito mais que saberes gregos – seu berço ocidental primevo…

Cada um tem em si o bojo para a diversidade dos pensamentos libertos, e por assim ser, grandes escolas de saberes se tornaram pilares do pensamento contemporâneo que por sua vez dá morada sim à esse cabedal de saberes humanos que jamais será estanque.

Amo filosofia pois sei  que isso abre um leque de oportunidade para o crescimento da humanidade, mas só terá razão de ser  Impulsionastes meu pensar com sua escrita se o pensar também ocorrer na e com a prática cotidiana e agradeço por isso…

MERGULHO (Série Reflexiva Mente) RLESSA


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Ontem mergulhei no céu, onde a luz solar deixou-se dormitar no horizonte para aguardar o novo amanhecer do dia vindouro. Entre nuvens sua luminosidade tornou-se feixes que vazam lumes e transbordavam olhos w bocas que admirados perdiam-se ensimesmados. Na rua carros iam ladeira abaixo e os  motoristas de olhares poéticos souberam desse prazer contido pois certamente também eram como os seus, venturosas foram os instantes entre o fechar e o abrir do semáforo.

Hoje amanheci ensolarada, rememorando aquele sol que se pôs por entre nuvens e adentrou meu coração. Somo à esse movimento cósmico minha súbita mas tão tradicional necessidade de luminescência inspiradora do nosso astro maior.

Por hoje aguardo o sumo da natureza, não mais o arrebalde da ausência de lume cósmico, enquanto aguardo suponho ser memorial todo esse uterino sentir, todo esse uterino sentir.

DEDICATÓRIA NADA NOTÓRIA (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


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LEIA-ME, DESVELA-ME E JAMAIS SE COMPORTE ADEQUANDO-SE POETICAMENTE AO NADA.

Dedico-me ao simples fato de não mais poder deixar de ser cego beato e entreter-me tão somente  à falácia da palavra que não mais se basta enquanto tal. Coube-me a maldita forma de re inventar a leitura naquilo que todos então consideravam ideal. Em uma prática impraticável rompi-me as entranha e não bastando de jogos e lances sociais reclusei-me em paredes mentais  que  sustentariam a esperança de devassidão de um corpo que se esgotou de vestes e desgastou-se de gente sem substrato humano. (Sentindo o tinto sorvido descer liso e gélido).

A ERVA QUE AMARGA ÁGUA  JAMAIS LOGRARÁ SALVAÇÃO DO MAL DA HUMANIDADE.

Dedico-me ao complexo ato de ouvir um instável e descontrolável blue e não mais desejar a cegueira das paixões involuntárias de uma relação entre seres que não mais se atam enquanto carne. Nessa rítmica nada mais bastava que a fúria desnecessária daquele que por posse do instante pousou mão em ombros que desejaram serem amparados; O  o extrato da relação do ser e  do meio jamais esteve tão mau dialogado por serem eles inaptos demais para pro moverem se enquanto desfrutáveis. (Ouvindo o ritmo conduzindo a mente na palavra).

DA MÚSICA FUI SABER E À PREENCHER AMBIENTES E CORPOS QUE DANÇAM POESIA.

Dedico-me ao discreto fogo que degela  almas em inércia de vidas que se perdem a cada respirar por suporem serem apenas a estática de uma vida bem mau vivida. O trajeto de meu ser revolta rostos e palavras alheias pelo simples fato de não mais ser conivente com o que se considera normal. O desejo maior é de distancia, jamais de clemência, é de libertação, jamais de absolvição, pois enquanto tronos servem de consolo mental à mim aperta-me a alma. (Cerzindo tecido roto  de rostos tristes)

PREÂMBULOS NÃO ME FAZEM MAIS SENTIDO DO QUE UMA BOA FÁBULA BEM CONTADA.

Dedico-me ao lúdico sopro divino invetado pelo vento à sibilar por entre meus ouvidos, razões nada claras e que me revolucionam a mente diante  de desnudas mãos. A tempestade de  outrora varreu galhos e homens sem alma e com deficiência de ser gente. Subitamente chegam as águas, os ventos, os fogos e sem medo embarcamos nessa insana viagem que nos joga de um lado para outro e sem que percebamos suga-nos o desejo de seguirmos libertos, mesmo que por caminhos oblíquos ou íngremes. ( Cumprindo metas sem temer o retorno da seta lançada ao alvo).

CAMINHOS TECEM EM ALMAS QUE BUSCAM A LEVEZA DO ETERNO SE REDESCOBRIR.

Dedico-me ao inóspito deserto que foge de meus pulmões invadindo minhas praias mais remotas, enterrando nelas  desesperançosas tempestades de secas e fomes. Areias rompem-me as íris e absorvidas são pelo meu pesado olhar, que cegos deixam-se arder em grãos inóspitos para que não se sintam mais sozinhos entre tantos olhares. Cada forma  de pensamento que me conduz não mais se satisfaz com a brisa que traz a tempestade seca do Saara. (Decaindo entre fome de escrever e sentido por manter).

EM PRIMAVERIS SORRISOS DOEI UM CORAÇÃO QUE DEIXOU DE SENTIR MEDO.

Dedico-me ao ser que um dia me respeitou e que pela imprudência de meus medos toquei do meu corpo feito falsa hóstia reinventada de desejo de carne. Desejei a morte daquela situação mau compreendida e hoje perco-me em liberdade que reproduz sistemas numa tangencial espiral que retorna à toda hora num ciclo que desejo romper. Qual seria a interpretação da atriz que não mais se detém na fala do autor e nem na direção daquele que devia obedecer? (Comprimindo sentidos o peito sabe da dor e da cor de cada sentimento).

HÁ UM CANTO ESCURO EM CADA SER QUE NÃO SE BASTA COM A CEGUEIRA DA LUZ ARTIFICIAL.

Dedico-me ao preenchimento estéril de vasos consanguíneos que me originam mas que em negação rompo em estradas que distanciam-me desse risco parental. Mas a vez da outra face há de chegar, os pés se tornarão desnudos de calçados e calçadas e jamais retornarão à caminhada se não pelo descortinar novas pisadas e estradas. Hoje cada dedicação há de ser fruto da frutífera espera daquilo que e chamo libertar-se. (Parindo paisagens entre a janela do carro e o encargo de estar vivo).

Published in: on 22 de maio de 2017 at 18:55  Comentários desativados em DEDICATÓRIA NADA NOTÓRIA (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA  
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SILÊNCIOS (Série Reflexiva) RLESSA


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SILÊNCIO
espada contida entre palavras
SILÊNCIO

SILÊNCIO
palavra detida entre forças
SILÊNCIO

SILÊNCIO
força entretida entre raízes
SILÊNCIO

SILÊNCIO
raiz nutrida entre rimas
SILÊNCIO

SILÊNCIO
rima sortida entre pausas
SILÊNCIO

SILÊNCIO
pausa refletida entre falas
SILÊNCIO

SILÊNCIO
fala distorcidas entre palavras
SILÊNCIO

EM DIÁLOGO COM O POEMA “NO SILÊNCIO”, DE AUTORIA DE  CÂNDIDO PAULO DOMINGUES.

ACESSO: http://www.recantodasletras.com.br/poesias/5872535

Imagem coletada na internet.

Published in: on 5 de janeiro de 2017 at 23:17  Comentários desativados em SILÊNCIOS (Série Reflexiva) RLESSA  
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COTAS DE VIDA (Série Sétimas em Sétimas) RLESSA


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SEMENTES          QUEREM           NASCER           PERANTE          A                  VIDA       PLENA

ARDEM                 SOL                     COMO                O                       SABER         SER         LUZ

FRUTO                 QUANDO           BROTA              CAMINHO        USA              AMOR    ETERNO

ENTRE                  MÃOS                 CANTANTE      OUSA               TODA            LIDA      LUME

TERRAS                SABEM                DA                    ESTRELA       MORADA       NO          ESPAÇO

ANTES                 CUIDAR                FORMA           PARA               QUEM            MIRAR   JNFINITO

SECAS                  BROTOS               IDEAL              TODOS            QUER            SABOR   PLENO

 

UM BREVE EXERCÍCIO POÉTICO ONDE A COMPOSIÇÃO PODERÁ SER LIDA COLUNA  POR COLUNA OU LINHA  À LINHA.

Published in: on 11 de outubro de 2016 at 20:41  Comentários desativados em COTAS DE VIDA (Série Sétimas em Sétimas) RLESSA  
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SOBRE CORES (Série Filosofiando Ideias) ROBERTA LESSA


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Quando a arte tocam algo dentro de nós, como se esse algo não se explicasse se não pelas formas propostas, então ocorre a junção de almas: alma do artista, alma do observador, alma do objeto.
Uma egrégora surge nesse momento, e arregimenta mais e mais observadores, um exército de apreciadores daquilo que não mais cabe na mente do autor, pois fugiu de seu interior rebelde e sedento de novos olhares e toques observadores.
A arte subverte … por isso nos tira dessa zona de conforto a nós impingida e por nós aceita…

ESPELHOS DESCONTÍNUOS (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA/LUZ DE CRISTAL


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Quando ousa o poeta se traduz em espelhos, esse ousar não é só pela escrita, mas também pelo observar à si mesmo nos outros; é também silenciar seus temores mais obscurecidos pelo desejo de ocultação daquilo que não se deseja ser, mas que se é.

O observador escreve sua vida nesse olhar cultivado pela vida momento à momento, experimentos à experimentos, convivência à convivência, e quando coloca suas percepções textualmente acresce à elas sua artística ótica.

Você se traduz em palavras de uma profundidade poética que beira todos os seus abismos, e não teme mergulhar em si mesma, pois assim fazendo acessa os mais belos de seus fazeres, dizeres e saberes.

Em diálogo com o poema “Em Trapos a Verdade”, de autoria de Luz de Cristal.

 

Published in: on 21 de julho de 2016 at 23:29  Comentários desativados em ESPELHOS DESCONTÍNUOS (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA/LUZ DE CRISTAL  
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GOSTO DE MINAS (Série Ode Em Casa) ROBERTA LESSA


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Gosto das artes de Minas…

TINTADAS
DECLAMADAS
REPRESENTADAS
ESCULPIDAS
CONTADAS
CONSTRUÍDAS
CANTADAS

Minas artesana a alma da gente…

Gosto dos cheiros de Minas…

COLHIDOS
SORVIDOS
INSPIRADOS
ABSORVIDOS
EXPANDIDOS
ESPARJIDOS
ASPIRADOS

Minas perfuma a vida da gente…

Gosto das colinas de Minas…

ONDULADAS
PLANTADAS
DESNUDADAS
PASTOREADAS
VERDEJADAS
AMPLIADAS
REINVENTADAS

Minas adentra a vida da gente

Gosto dos gostos de Minas…

LICOROSO
SABOROSO
DRASTOSO
CHEIROSOS
GOSTOSOS
SIGILOSOS
LUMINOSOS

Minas tempera a lida da gente.

Gosto das faces de Minas…

LUMARES
ESPETACULARES
COMPLEMENTARES
SECULARES
POPULARES
DISCIPLINARES
MILENARES

Minas representa a calma da gente.

Gosto dos rios de Minas…

CAUDALOSOS
SINUOSOS
CAPRICHOSOS
MISTERIOSOS
DADIVOSOS
EXPLENDOROSOS
RUIDOSO

Minas orienta o caminho da gente.

Gosto da poesia de Minas…

ARDENTES
CONSICENTES
ABRANGENTES
ABSORVENTES
ELEGANTES
APAIXONANTES
HILARIANTES

Minas mina no peito da gente

Published in: on 15 de junho de 2016 at 22:40  Comentários desativados em GOSTO DE MINAS (Série Ode Em Casa) ROBERTA LESSA  
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O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

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JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

Liberte-se!

Tem coisas que só sai da gente por escrito.

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Para gostar tanto de livros, só poder ser ETE!

DITIRAMBOS

Poemas, Ensaios, Críticas, Biografias, Tudo Sobre Poesia e Poetas Realmente Importantes. A Poesia em Diálogo com outras Artes. A isso se propõe o Ditirambos. Haroldo de Campos: Não importa de fato chamar o poema de poema: importa consumi-lo, de uma ou outra forma, como coisa.

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Cacos Metafóricos

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Nas Duas Margens

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O LIVRO DOS SERES IMAGINÁRIOS

Vivemos pelo poder das coisas que não existem. Por isso, os deuses são tão poderosos. (Paul Valery)

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