SÃO PAULO (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO


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São Paulo, cidade que dança, desnuda, distancia, domina, dura…
São Paulo, cidade que samba, sente, simula, soma, suporta…
São Paulo, cidade que ama, adolesce, amanhece, abrange, abarca…
São Paulo, cidade que ostenta, obscurece, ondula, ovula, ornamenta…
São Paulo, cidade que pacifica, pertence, pinça, posterga, purga…
São Paulo, cidade que ulula, urge, universaliza, une, unifica…
São Paulo, cidade que lamenta, levita, lisonja, logra, luta…

 

EM DIÁLOGO COM O POEMA “SÃO PAULO” , DE AUTORIA DE JACÓ FILHO.

 

ACESSO: http://www.recantodasletras.com.br/poesias/5928049

Published in: on 2 de março de 2017 at 13:45  Comentários desativados em SÃO PAULO (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO  
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DORAVANTE CONSERVADORAMENTE (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA


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Soube da planta a semente, que ausente de seiva se traduz em desertos.
– Esse eterno explicar a gente nada tem a ver com doutrinação dentro do viver.

Soube da gente a memória, que meritória de gestos se reproduz em desertos.
– Esse materno deliciar a emoção nada tem de crer indignação dentro de crescer.

Soube da jura a emoção, que contraposição de falas se orienta de desertos.
– Esse fraterno memorizar a condição nada tem de ser iluminação dentro de evanescer.

Soube da estrada a verdade, que unidade de viagens se completa em desertos.
– Esse alterno peregrinar a fruição nada tem por deter alienação dentro de engrandecer.

Soube da fé a contradição, que decepção de crenças se completa em desertos.
– Esse hiberno consternar a ação nada tem por prever introdução dentro de merecer.

Soube da morte a vida, que prevenida de solidão se aprofunda em desertos.
– Esse moderno versejar a vitimação nada tem por antever produção dentro de reconhecer.

Soube da integridade a fome, que nome de identidade se desnuda em desertos.
– Esse inferno esquentar a contradição nada tem por transcender maquinação dentro de fenecer.

Published in: on 7 de junho de 2016 at 21:41  Comentários desativados em DORAVANTE CONSERVADORAMENTE (Série Reflexiva) ROBERTA LESSA  
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SUA POR ENQUANTO (Série Diálogos Poéticos)ROBERTA LESSA/MARCUS RIOS


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SUA POR ENQUANTO, ENTRE CAMINHOS E SONHOS

Caminhar pelo campo de mãos dadas, cenas sonhadas.

SUA POR ENQUANTO, ENTRE CHEIROS E INVOCAÇÕES

Cheirar margaridas recém geradas, delícias invocadas.

SUA POR ENQUANTO,  ENTRE ABRAÇOS E ELEVAÇÕES

Abraçar árvores todas perfumadas, almas elevadas.

SUA POR ENQUANTO, ENTRE CANTOS E ENGAJAMENTOS

Cantar em florestas bem cuidadas, posturas engajadas.

SUA POR ENQUANTO, ENTRE SONHOS E DEFLAÇÕES

Sonhar com pessoas tão amadas, sensações deflagradas.

SUA POR ENQUANTO, ENTRE JUNTAMENTOS E REALIZAÇÕES

Juntar conexões pelas estradas, posturas realizadas.

SUA POR ENQUANTO, ENTRE POEMAS E ALMEJOS

Poetar vidas sempre animadas,certezas almejadas.

SUA POR ENQUANTO, ENTRE CAMINHOS E SONHOS

Published in: on 3 de junho de 2016 at 17:07  Comentários desativados em SUA POR ENQUANTO (Série Diálogos Poéticos)ROBERTA LESSA/MARCUS RIOS  
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MÁSCARAS DO QUE SOU (Série Reflexivas) ROBERTA LESSA


 

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TUDO CÍCLICO
– A história repete ciclicamente e a memória inundada de esquecimento, é uma das formas de se estabelecer pseudo verdades como verdadeiras.
TUDO LÚDICO
-A memória repete insistentemente e a trajetória infundada de embasamento, é uma das formas de se reconhecer pseudo lealdades como pioneiras.
TUDO BÍBLICO:
– A trajetória repete aleatoriamente e a euforia  adaptada de condicionamento, é uma das formas de se esconder pseudo bondades como derradeiras.
TUDO FÁLICO:
– A euforia repete constantemente e a ilusória renegada de isolamento, é uma das formas de se arrefecer pseudo unidades como  altaneiras.
TUDO FATÍDICO:
– A ilusória repete desavergonhadamente e a alegoria revelada de comedimento, é uma das formas de se fortalecer pseudo historicidades como curriqueiras.
TUDO ANÍMICO:
– A alegoria repete impunemente e a vexatória aplicada de  impedimento,  é uma das formas de se emudecer pseudo estranhamentos como carreiras.
TUDO PSICODÉLICO:
– A vexatória repete financiadamente e a fúria empregada de alimento, é uma das formas de se permanecer pseudo afrontamento como asneiras.
Published in: on 2 de junho de 2016 at 23:21  Comentários desativados em MÁSCARAS DO QUE SOU (Série Reflexivas) ROBERTA LESSA  
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ULTIMAMENTE NA ESCRIVANINHA (Série Diálogos Poéticos)ROBERTA LESSA/CHARLES LIMA


 

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Ultimamente percebo inércia em meu pensar:
Mil pensamentos surgem
Mil pensamentos emergem
Mil pensamentos urgem
Mil pensamentos turgem
Mil pensamentos agem
Mil pensamentos atingem
Mil pensamentos restringem
Ultimamente percebo controvérsia em meu sonhar:
Mil sonhos singram
Mil sonhos migram
Mil sonhos concentram
Mil sonhos juram
Mil sonhos perduram
Mil sonhos seguram
Mil sonhos perjuram
Ultimamente percebo peripécia em meu desejar:
Mil desejos vão
Mil desejos estão
Mil desejos são
Mil desejos mitigarão
Mil desejos calarão
Mil desejos propagarão
Mil desejos vingarão
Ultimamente percebo resiliência em meu poetar:
Mil poesias potentes
Mil poesias ardentes
Mil poesias contentes
Mil poesias confidentes
Mil poesias pacientes
Mil poesias proponentes
Mil poesias ausentes
Ultimamente percebo dependência em meu divagar:
Mil divagações ousadas
Mil divagações pousadas
Mil divagações usadas
Mil divagações apagadas
Mil divagações entrosadas
Mil divagações divulgadas
Mil divagações propagadas
Ultimamente percebo ausência em meu rememorar:
Mil rememorações caminhantes
Mil rememorações distantes
Mil rememorações constantes
Mil rememorações aviltantes
Mil rememorações amantes
Mil rememorações reconfortantes
Ultimamente percebo pendência em meu pulsar
Mil pulsações assim
Mil pulsações enfim
Mil pulsações estopim
Mil pulsações ruim
Mil pulsações carmim
Mil pulsações mandarim
Mil pulsações arlequim

EM DIÁLOGO COM A POESIA “AS CARTAS” DE AUTORIA DE CHARLES LIMA

Published in: on 1 de junho de 2016 at 6:07  Comentários desativados em ULTIMAMENTE NA ESCRIVANINHA (Série Diálogos Poéticos)ROBERTA LESSA/CHARLES LIMA  
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ARDENTE SAUDADE (Série Diálogos poéticos) ROBERTA LESSA/FACURI


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MIL PALAVRAS NÃO DESCREVEM ESSA PROPENSA SAUDADE.
Ah saudade não sei do que, mas tão presente.
SILENCIO TAL SENTIMENTO À SE APOSSAR DE MIM.

TODOS GESTOS NÃO SABEM DESSA INTENSA SAUDADE.
Ah saudade não sei de quem, mas tão ardente.
PROPICIO TAL MOMENTO À SE CRISTALIZAR EM MIM.

TANTOS GOSTOS NÃO CABEM NESSA IMENSA SAUDADE.
Ah saudade não sei por que, mas tão diferente.
DENUNCIO TAL TORMENTO À SE APENSAR EM MIM.

TAIS MODOS NÃO CEDEM POR ESSA MANSA SAUDADE.
Ah saudade não sei por quem, mas tão emergente.
PROPICIO TAL PROCEDIMENTO À SE INFILTRAR EM MIM.

ESSAS LÁGRIMAS NÃO IMPEDEM ANTE PROPENSA SAUDADE.
Ah saudade não sei em que, mas tão pungente.
ANUNCIO TAL COMEDIMENTO À SE ADENSAR EM MIM

OS OUTROS NÃO ENTENDEM A EXTENSA SAUDADE.
Ah saudade não sei em quem, mas tão urgente.
VIVENCIO TAL COMEDIMENTO À SE CONDENSAR EM MIM.

MINHA MENTE NÃO DESCANSA SOB DENSA SAUDADE.
Ah saudade não sei para que,mas tão rescindente.
RENUNCIO TAL ENTORPECIMENTO À SE ALOJAR EM MIM.

EM DIÁLOGO COM  A POESIA “ATEMPORAL” DE AUTORIA DE FACURI

Published in: on 1 de junho de 2016 at 5:32  Comentários desativados em ARDENTE SAUDADE (Série Diálogos poéticos) ROBERTA LESSA/FACURI  
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TÃO MEU, TÃO EU (Serie Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO


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ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O AMOR SE EXTINGUIU
Se andam e dizem, peço que sigam em frente e deixem-me amar.
AO POETA A ARTE DE ARTESANAR IDEIAS E IDEAIS

ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O VALOR SE REDUZIU
Se andam e dizem, rogo que peçam espaços e deixem-me revalorizar.
AO POETA A ARTE DE IMAGINAR RUAS E LUAS

ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O PUDOR SE OBSTRUIU
Se andam e dizem, exijo que sigam caminhos e deixem-me soltar.
AO POETA A ARTE DE CONCENTRAR AÇÃO E REAÇÃO

ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O TROVADOR SE REPRIMIU
Se andam e dizem sonho que esqueçam troças e deixem-me caminhar.
AO POETA A ARTE DE MODIFICAR CONCEITOS E DEFEITOS

ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O VIGOR SE REDIMIU
Se andam e dizem, desejo que corram estradas e deixem-me brilhar.
AO POETA A ARTE DE CRIAR AMPLIDÕES E SOLIDÕES

ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O LABOR SE SUBSTITUIU
Se andam e dizem, oro que cresçam mentes e deixem-me iluminar.
AO POETA A ARTE DE ALCANÇAR CÉUS E SÓIS

ANDAM DIZENDO POR AÍ QUE O EXPOR SE INSTITUIU
Se andam e dizem, rezo que permaneçam longe e deixem-me cantar.
AO POETA A ARTE DE OUSAR PORTAIS E UMBRAIS

 

 

 

EM DIÁLOGOS COM A POESIA “DAQUELE INSTANTE EM DIANTE” , DE AUTORIA DE JACO FILHO

Published in: on 31 de maio de 2016 at 15:44  Comentários desativados em TÃO MEU, TÃO EU (Serie Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/JACÓ FILHO  
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TANTO TANTO TANTO (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/CHARLES LIMA


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TANTO TEMA TACA TANTO

E eu cresço no tanto
E eu mereço no encanto
E eu envelheço no espanto
E eu reconheço no entanto
E eu esclareço no enquanto
E eu esvaneço no portanto
E eu engrandeço no acalanto

TANTO TEMA TOCA TANTO

É tanto que me conforta
É encanto que me importa
É espanto que me reporta
É entanto que me suporta
É enquanto que me exorta
É portanto que me exporta
É acalanto que me entorta

TANTO TEMA TOCA TANTO

Se conforta há de aquecer
Se importa há de merecer
Se reporta há de compadecer
Se suporta há de conceber
Se exorta há de crescer
Se exporta há de florescer
Se entorta há de entorpecer

TANTO TEMA TIRA TANTO

Por aquecer o ser ama
Por merecer o ser inflama
Por compadecer o ser reclama
Por conceber o ser programa
Por crescer o ser escama
Por florescer o ser chama
Por entorpecer o ser esparrama

TANTO TEMA TECE TANTO

Ama tanto à ponto de superar
Inflama tanto à ponto de suplantar
Reclama tanto à ponto de aclamar
Programa tanto à ponto de renomear
Escama tanto à ponto de inovar
Chama tanto à ponto de conquistar
Esparrama tanto à ponto de consolidar

TANTO TEMA TOMA TANTO

Ao superar haverá consolação
Ao suplantar haverá transformação
Ao aclamar haverá saudação
Ao renomear haverá superação
Ao inovar haverá contradição
Ao conquistar haverá ilusão
Ao consolidar haverá estruturação

TANTO TEMA TEME TANTO

Através da consolação eu cresço
Através da transformação eu mereço
Através da saudação eu envelheço
Através da superação eu reconheço
Através da contradição eu esclareço
Através da ilusão eu esvaneço
Através da estruturação eu engrandeço

 

EM DIÁLOGO COM A POESIA “TANTO TEMA” DE AUTORIA DE CHARLES LIMA.

Published in: on 31 de maio de 2016 at 8:14  Comentários desativados em TANTO TANTO TANTO (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/CHARLES LIMA  
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NOSSO BRASIL (Série Diálogos Poéticos)ROBERTA LESSA/FABIO BRANDÃO


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SABE AQUELE BRASIL DE SABORES E SABERES DE SUTILEZAS?
… para mim é aquele de brincadeiras de roda e de caipirismo.
ELE HABITA-NOS E NUTRE NOSSOS IDEAIS MAIS ENCANTADORES.

SABE AQUELE BRASIL DE DIZERES E PODERES DE GRANDEZAS?
… para mim é aquele de carpideiras de reza e de saudosismo.
ELE SUSTENTA-NOS E PULSA NOSSOS SONHOS MAIS TENTADORES

SABE AQUELE BRASIL DE VALORES E PRAZERES DE BELEZAS?
… para mim é aquele de fiandeira de rede e de lirismo.
ELE ACALENTA-NOS E GERA NOSSOS GOSTOS MAIS SUPERIORES.

SABE AQUELE BRASIL DE FAZERES E GESTORES DE NATUREZAS?
… para mim é aquele de faladeira de risos e de dinamismo.
ELE ALERTA-NO E ABRIGA NOSSOS MITO MAIS ABRANGEDORES.

SABE AQUELE BRASIL DE SABERES E PENDORES DE ESTRANHEZAS? de
… para mim é aquele de poedeira de regras e de pluralismo.
ELE ACEITA-NOS E ENSINA NOSSOS RITOS MAIS NORTEADORES.

SABE AQUELE BRASIL DE PUDORES E QUERERES DE NOBREZAS?
… para mim é aquele de gritadeira de ruas e de dualismo.
ELE LIBERTA-NOS E MOSTRA NOSSOS MEDOS MAIS CONSPIRADORES.

SABE AQUELE BRASIL DE CALORES E OLHARES DE CLAREZAS?
… para mim é aquele de bordadeiras de riscos e de paralelismo.
ELE CONFORTA-NOS E EDUCA NOSSOS GESTOS MAIS IDEALIZADORES

EM DIÁLOGO COM A POESIA “FALANDO BM DO MEU QUERIDO BRASIL” DE AUTORIA D FÁBIO BRANDÃO

Published in: on 29 de maio de 2016 at 18:31  Comentários desativados em NOSSO BRASIL (Série Diálogos Poéticos)ROBERTA LESSA/FABIO BRANDÃO  
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DESENCONTROS POÉTICOS (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/FACURI


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CONFUNDIDA, DEIXASTE MINHA ALMA ESTARRECIDA
– Flutua sua poesia adentrando-me feito adaga identitária
DEIXANDO-ME ASSIM A ESPERTEZA DE SUA SABEDORIA

ESTARRECIDA, INUNDASTE MINHA ALMA AMANHECIDA
– Compactua sua mestria penetrando-me feito verdade sedentária
LUDIBRIANDO-ME ASSIM A DELICADEZA DE SUA EMPATIA

AMANHECIDA, LUDIBRIASTE MINHA ALMA DESCONHECIDA
– Continua sua sabedoria atirando-me feito cegueira perdurária
LUDIBRIANDO-E ASSIM A GRANDEZA DE SUA MAGIA

DESCONHECIDA, INEBRIASTE MINHA ALMA ENLOUQUECIDA
– Perpetua sua cortesia mirando-me feito luta imaginária
NUTRINDO-ME ASSIM A SUTILEZA DE SUA HONRARIA

ENLOUQUECIDA, NUTRISTE MINHA ALMA ESQUECIDA
– Pactua sua teimosia calando-me feito memória mercenária
ENCONTRANDO ASSIM A ESTRANHEZA DE SUA HARMONIA

ESQUECIDA, ENCONTRASTE MINHA ALMA ABASTECIDA
– Cultua sua assepsia falando-me feito voz autoritária
ENCAIXANDO ASSIM A PROEZA DE SUA ALEGRIA

ABASTECIDA. ENCAIXASTE ALMA CONFUNDIDA
– Habitua sua fantasia perfurando-me feito notícia ordinária
DEIXANDO-ME ASSIM A BELEZA DE SUA ALEGORIA

 

EM DIÁLOGO COM A POESIA “ÚNICO” DE AUTORIA DE FACURU

Published in: on 29 de maio de 2016 at 2:17  Comentários desativados em DESENCONTROS POÉTICOS (Série Diálogos Poéticos) ROBERTA LESSA/FACURI  
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O LADO ESCURO DA LUA

Minha maneira de ver, falar, ouvir e pensar o mundo... se quiser, venha comigo...

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JAMES MORAIS & LAIANA DIAS | BRAZIL | Poesias & Reflexões

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